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Minha favela, meu cantinho

Do Estadão:

Um dia após o confronto entre a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e moradores da Favela do Moinho, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) acusou o PT de “explorar eleitoralmente a tragédia” e disse que a ação do partido é uma “tentativa de tumultuar”. O prefeito também negou que a GCM tenha sido truculenta. O conflito deixou nove pessoas feridas: três guardas e seis moradores, um deles baleado na perna.

“Estão usando as pessoas simples, com dificuldades na vida, para que com essa utilização haja exploração eleitoral. O PT à frente”, disse Kassab, durante evento no Anhembi. O prefeito afirmou ainda que o tráfico e o PT impedem a ação do poder público na favela. E criticou a atuação do senador Eduardo Suplicy (PT), que foi ao local na quinta-feira. “No primeiro incêndio (dia 17), ele fez de tudo para que os moradores continuassem debaixo do viaduto, todos sabem, tanto é que continuaram” afirmou.

Kassab ressaltou ter distribuído bolsa-aluguel para os desabrigados da favela e defendeu a ação da Guarda Civil Metropolitana. “A GCM não atira com bala de borracha”, disse, questionado os relatos de moradores que dizem ter sido agredidos.

[…]

Que coisa, não?

Quem será que não quer ver favelas na cidade, e quem será que quer? Vamos à memória recente?

“Não adianta mandar a gente para abrigo”, dizem moradores. Então desfaz-se a credibilidade da líder comunitária que disse: “Em nove meses (desde o primeiro incêndio na favela, em dezembro), eles (os agentes públicos) não fizeram nada, tanto que tem gente que mora em barraca improvisada”.

Em suas vertentes, o PT lida com ideias contraditórias. Figuras que lhe são afeitas, como o padre Julio Lancelotti e o senador Eduardo Suplicy, defendem a permanência de mendigos nas ruas e de pessoas em favelas. Pelo que pregam, os dois e sua legião de desmiolados, forma-se um juízo de que favela é um lugar de identidade afirmativa e que mendigo deve ter o direito de viver como quiser, ou seja, na rua.

O candidato petista em São Paulo, por outro lado, promete qualquer coisa em campanha: ora que vai providenciar 55 mil moradias pelo Minha Casa Minha Vida. Em um momento anterior, achou por bem prometer a escritura dos terrenos onde moram os favelados #@!*&!?#!.

É um tantinho difícil de acreditar nessa bipolaridade diária, não? A Favela do Moinho, por exemplo, chupada à exaustão pela campanha petista (neste caso, no vídeo do último link), existe há trinta anos, sobre um terreno do governo federal (RFFSA).

Portanto, ela estava lá durante as duas gestões petistas na cidade (Erundina e Marta), sendo que, em parte da gestão Marta, Lula já dominava o governo federal. Creio que a bipolaridade petista, naquela época, estava com a chave virada para a beleza de morar em favelas (Marta, após incêndios e enchentes, fazia as visitinhas protocolares com galochas).

Aqui um pequeno exemplo da política para favelas de Marta Suplicy/Haddad em São Paulo na época: “Em vez de atendimento definitivo ou cadastramento em um programa habitacional, 716 famílias receberam um cheque de R$ 2.100 cada como “apoio habitacional”. [o chamado “auxílio-barraco”]. Aqui outro exemplo da política habitacional de Marta, com todas aquelas hipóteses lindas no discurso, mas difíceis de fazer na prática. Ela gastou com essa goiabada toda cerca de duzentos milhões de reais.

Serra/Kassab, ao sucederem Marta Suplicy, encontraram um déficit de 850 mil casas. “A situação era ainda mais grave quanto às demandas por urbanização de favelas e de habitações em áreas de mananciais, que foram tratadas sem qualquer grau de prioridade. As poucas obras contratadas não foram iniciadas e não havia recursos previstos para sua execução em 2005.”

A gestão Serra Kassab  viabilizou, desde 2005, a entrega de mais de 20 mil unidades habitacionais, de um total de 34 mil, contando com as que estão em andamento.

Números, né? Torça-os como quiser.  Marta fez algumas unidades habitacionais, é certo. Mas não as suficientes, tampouco as adequadas. Um exemplo das poucas está na foto, que capturei hoje, do tal “Parque do Gato”, antiga Favela do Gato, obrinha da gestão petista.

Imagine você que o “projeto” foi concebido para se adequar a catadores de lixo. Previa um local para guarda de carroças, armazenagem de recicláveis, e tal. E PRONTO. Nada mais foi pensado em níveis razoavelmente decentes. Isso aí é na beira da Marginal Tietê. Me diz em sã consciência como é que uma pessoa pode progredir num ermo desses? Estão longe do comércio, longe de escolas, presos a um trabalho que, nas condições atuais do país, ainda é degradante – manusear lixo. Hoje o local oferece sérios riscos pela sujeira e degradação, até para a vizinhança. Grande parte dos moradores está inadimplente com aluguel e condomínio (sim, quando você faz política de habitação tem de pensar nos rolinhos sem-fim próprios do brasileiro. O PT não pensou). Compra e venda de unidades são feitas na clandestinidade. Marta Suplicy achou fino que grande parte das unidades fosse de quitinetes e de 1 dormitório (são os solteiros descolados da reciclagem, naturalmente).

Então é isso. Política habitacional tem de ser feita com planejamento, e não da noite pro dia. Se até bem pouco tempo o negócio era enfiar os pobres de qualquer num prédio qualquer, eu entendo: a direita e a esquerda tradicionais acham que “é isso mesmo, e está muito bom”.

Mas não pode ser assim. As pessoas em situação vulnerável e até de perigo, como é o caso da Favela do Moinho, não precisam de pseudodefensores com pataquada de “dignidade na favela”, “identidade na comunidade”, o cacete a quatro. As pessoas precisam ter condições de entrar numa vida digna.

Foi para isso que vieram para São Paulo, ou não?

Tem um tempinho?

Pergunto isso porque o vídeo é longo: quase duas horas.

Foi nosso amigo Refer que indicou. Editado e promovido pelo Departamento Cultural da Prefeitura de São Paulo, é superbenfeito. Adorei a narração low, o roteiro e a edição. E a abordagem conseguiu algo dificílimo nessa seara: contar a história sem viés ideológico. Com belos e famosos depoimentos no final.

Nesse meio de feriado, descole um tempinho e enjoy it!

Solar da Marquesa de Santos e Casa da Imagem

Do site da Prefeitura:

Após restauro iniciado em 2008, o Solar da Marquesa de Santos e a antiga Casa nº 1, agora denominada Casa da Imagem, reabrem para o público com exposições dia 19 de novembro, a partir das 11h.

Na ocasião, além da reabertura dos espaços e lançamento das exposições “A Marquesa de Santos: uma mulher, um tempo, um lugar”, com curadoria da professora Heloísa Barbuy e “Guilherme Gaensly, o fotógrafo Cosmopolita”, com curadoria do professor Rubens Fernandes Junior, também será lançado o livro Guilherme Gaensly, coedição da Secretaria Municipal de Cultura e da editora Cosac Naify, além da intervenção “No ar” de Laura Vinci, no Beco do Pinto.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

De propriedade de Maria Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867, o imóvel localizado na rua Roberto Simonsen teve diferentes usos ao longo dos anos, o que resultou em adaptações sucessivas que levaram à descaracterização do imóvel. Sua recuperação, iniciada em 1991, partiu de pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração e revelaram não ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, preservou e destacou elementos de suas várias etapas construtivas: a conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.

Em 2009, novas obras complementares de restauro e adequação museológica se realizaram com financiamento do BID-Banco Interamericano de Desenvolvimento, no âmbito do Programa Procentro.

Na exposição “A Marquesa de Santos: uma mulher, um tempo, um lugar”, o visitante encontrará no piso térreo, destaque para o espaço urbano, com foco na antiga Rua do Carmo (ou Rua de Santa Tereza) e arredores. No piso superior, a exposição propõe uma associação entre os cômodos da casa e seu uso residencial – com espaços sociais e espaços internos – no tempo da Marquesa de Santos, que a comprou em 1834 e onde viveu até morrer, em 1867.

Além de funcionar como sede do Museu da Cidade de São Paulo, rede de casas históricas, o local terá programação cultural regular.

Serviço:

Solar da Marquesa de Santos
Endereço: Rua Roberto Simonsen, 136-A – Centro. Tel.  11 3105-6118      
Próximo da estação Sé do Metrô.
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada gratuita – Ambiente acessível
http://www.museudacidade.sp.gov.br

Exposição: A Marquesa de Santos: uma mulher, um tempo, um lugar
Abertura: 19 de novembro, 11h
(exposição permanente / longa duração – 2 anos)  

CASA DA IMAGEM

Novo museu da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, a Casa da Imagem, voltado à pesquisa e difusão da história da imagem documental da cidade e à preservação dos acervos Iconográfico e Gestões Municipais, ganha agora a sua sede própria: a centenária Casa nº 1, inteiramente restaurada. O espaço, adaptado para exposições e centro de documentação com acesso ao público e café, é resultado também de um trabalho desenvolvido desde 2007 que constou de tratamento para conservação de todo o acervo fotográfico, com 710 mil imagens da cidade de São Paulo, e da construção de uma base de dados de gerenciamento e recuperação de informações.

A exposição em homenagem a Guilherme Gaensly marca esta inauguração da nova instituição cultural. Muita gente conhece o trabalho deste fotógrafo, mas poucos são aqueles que conhecem a exata dimensão de sua importância para a iconografia da cidade de São Paulo. Com curadoria de Rubens Fernandes Junior, esta exposição coloca luz sobre o mais importante conjunto de fotografias produzidas ao longo de três décadas – entre 1890 e 1920 – momento em que a cidade radicalizou sua transformação urbana.

Serviço:

Casa da Imagem
Rua Roberto Simonsen, 136-B – Centro, próximo da estação Sé do Metrô.
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 17h.
Entrada gratuita

Exposição: “Guilherme Gaensly, o fotógrafo Cosmopolita”
Abertura: 19 de novembro, 11h
Até 8 de abril de 2012
tel 11 3106 5122      
contato.casai@prefeitura.sp.gov.br

BECO DO PINTO

O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural.
Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado.
Para chamar a atenção para esta importante passagem histórica, no dia 19, será inaugurada a exposição “No ar”, de Laura Vinci. Ela sugere uma reflexão sobre a transformação e a passagem do tempo. A instalação de forma fluida, através de seu sistema de vapores e de suas variações sutis, transformará continuamente os espaços do Beco do Pinto, propondo um jogo em que os visitantes serão estimulados a descobrir novas configurações na névoa.

A passagem do tempo é tema recorrente na obra da artista paulista. Trabalhos com produtos orgânicos que se modificavam naturalmente ao longo de uma exposição e  outros que tratam dos processos de transformação do estado da matéria já fizeram parte de sua consagrada produção. Sua obra também se destaca por estabelecer um diálogo com o espaço no qual se insere. Essas características sublinham a instalação criada para o Beco do Pinto, onde a artista instaura ainda uma delicada poética sobre um tempo em suspensão.

Serviço:

Beco do Pinto
Rua Roberto Simonsen, 136-B – Centro
Próximo da estação Sé do Metrô.
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada gratuita

Instalação: NO AR, de Laura Vinci
Abertura: 19 de novembro, às 11h
Até 8 de abril de 2012

  • Imagens: Acima, foto de Guilherme Gaensly, onde hoje fica o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, e à direita a Pinacoteca do Estado e o Jardim da Luz. Abaixo, dona Domitila, já senhoura em São Paulo, e netos.
  • Falei sobre o Solar da Marquesa e o Beco do Pinto aqui e aqui. E sobre a Marquesa aqui.

 

O Museu de Arte Sacra e Andrea Matarazzo

Passará por mais uma restauração – desta vez, os telhados e fachadas, além de algumas reformas estruturais.

Construído no século XVII por Frei Galvão, o conjunto abriga o Mosteiro da Luz e o Museu propriamente dito, e permanecerá aberto à visitação durante as obras.

Os 38 mil visitantes anuais – em sua maioria interessados nas pílulas de Frei Galvão -, têm à disposição um belíssimo acervo. São 4 mil peças (das quais mil ficam em exposição), entre imagens, pinturas e ourivesaria, vindas das principais igrejas e capelas do Brasil, incluindo obras de Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Mestre Valentim (anjinho abaixo), Aleijadinho, Padre Jesuíno do Monte Carmelo, Benedito Calixto e Anita Mafaltti.

Destaque para o Presépio Napolitano, adquirido por Ciccilo Matarazzo e posteriormente doado ao governo do estado.  Com 1.620 peças, é considerado um dos maiores do mundo e encanta pela graciosidade das peças, pelo capricho na estruturação da perspectiva e pelos efeitos de luz, que vão mudando conforme a hora do dia.

Na capela, as treliças por onde as freiras enclausuradas assistem à missa, e lá fora, seu pequeno e humilde cemitério.

E todo último sábado de cada mês há apresentações musicais. A próxima (e última do ano) será dia 26 de novembro, às 14:30, Breve antologia musical através de obras de diferentes períodos, incluindo o  “Credo in unum Deum”, composição de D. Pedro I.

Aproveite! Chegar lá é quase ridículo de tão fácil: bem ao lado (ao lado MESMO) da Estação Tiradentes do Metrô.

E por último mas não menos importante, o responsável por essa e outras milhares de coisas avançarem na cidade: o secretário de Cultura Andrea Matarazzo, nosso candidatíssimo-íssimo-íssimo a prefeito.

Pô, eu morava…

Cês sabem que tenho fascinação por buracos habitacionais.

Mas depende, né?

Por exemplo, havia uma editora num sobrado amplo aqui perto, na Pompée.

Eu e uma colega, que também frilava pra lá, comentávamos que dava pra morar na boa no banheiro do segundo andar. 

Sério, o troço tinha uns 5 X 5 e uma banheira fenomenal que, com um tampo e um colchão, faria as vezes de cama. Um box em que dava pra coreografar Arrastão na boa. O basculante era i-men-so!, muito maior que qualquer janelica de apê com a tal da varanda gourmet. E ensolarado que só… Um sofazinho ali, uma poltroninha aqui…

E agora deparo com esse leeeeeeeving supervintage (“cinquentage”…), com guarda-roupas dividindo ambientes (jurei que eram lambris de madeira), e todo arrumadinho…

Lá, na estrutura da Ponte das Bandeiras, mora essa e outra família. A redação da matéria é um tanto sambarilove. Diz que moram na torre (na foto abaixo, aquela coisinha branca, no fundo), mas pelas fotos não parece ser a torre, e sim na continuação da construção, bem no meio da poeirada da marginal.

E vão ter de sair, sabe-se lá por quê (a matéria também não diz), pra ir morar na Cohab. Eu ficaria chateada.

Se bem que, com anos sem pagar aluguel nem luz nem nada, poderiam ter dado um jeito nesses basculantes, não? Ô coisa feia!

Cada vez mais perto de casa…

Cês sabem que venho cumprindo com bravura e disposição aquele lance de caminhar todo santo dia…

Com isso – e quero aqui encorajar que ainda não se decidiu pela prática – já venci aquele nhé-nhé-nhé que sempre tive de evitar ter de descer – porque isso pressupõe ter de subir de volta. Agora subo numa boa, ainda ofegante, mas beeeeem menos do que antes. E uma dorzinha no joelho, que já estava me dando nos nervos só de pensar que poderia ser algo mais chato… Não era, graças a Deus. Sumiu.

Com isso, tenho me arvorado mais em caminhos que nunca tinha feito antes, pelo menos a pé. Como vocês sabem, moro encarapitada num morro, cercada de quebradas por absolutamente todos os lados. Tenho procurado optar pelo lado civilizado da vida, ou seja, ruas arborizadas, com casas ajardinadas, mesmo naquelas áreas que já não estejam em seu auge.

E os caminhos, que antes eram de torcer o nariz, ficam cada vez mais rápidos, mais próximos de minhas possibilidades. Os milagres do exercício… 

Nessas, tenho passado por tantas praças… E a Prefeitura (depois de um bom tempo de mato alto) tem cuidado delas, aparado a grama, tirado a sujeira que o povo insiste em fazer, plantado mudas, dado um plá nos arbustos…

Fica tão bonito que até a maquineta eu ressuscitei. E tirei esta foto aí. A praça fica na rua Pereira Leite, à direita de quem vem da Heitor Penteado. Prossegue ribanceira abaixo, toda gramada e arborizada. Estava um dia nublado, não tão frio, e as árvores todas floridas… Isso sem contar as primaveras que explodiam em várias cores lá embaixo, mas aí não fotografei, porque não dava um ângulo bom.

Por outro lado, como estou cada vez mais rabugenta, não deixo de observar o desleixo,  o lixo, a demência das soluções calçadísticas e – básico – o incrível poder de destruição do povo.

Prometo mais fotos. Para o bem e para o mal.

Comparações vãs

Topei com essa foto (Timothy A. Clary, France Presse) liiiiiinda de tudo : rua 34, em Manhattan, o chamado Manhattanhenge, quando  sol se alinha entre os prédios. O “fenômeno” ocorre duas vezes ao ano por lá.

Daí eu penso: será que dá pra gente observar o mesmo na Paulista, lá pelas 5 da tarde, quando o sol se põe em Pirituba?

A sujeirada no ar dá cada pôr do sol tão bonito…

Hoje, por exemplo, o crepúsculo inundou a cidade de rosa, rosa, rosa!