Segundo a polícia…

Nem deveria falar da última ação da Rota, porque aconteceu em Várzea (!!!) Paulista, portanto, outro município. Mas, como faz parte do todo philosóphico deste blog, vamos lá.

Ontem a Rota recebeu denúncia anônima de um “tribunal do crime”, em que se estava julgando um acusado de estupro. Inxcrusíveelll a família da vítima estava lá – com a vítima, de 12 anos -, presenciando tudo. Foi o irmão da vítima quem pediu ajuda aos criminosos para justiçar e executar o de cujus. Coisa fina que só.

A Rota chegou e houve confronto. Por quê? Porque os justiceiros tinham um arsenal bem bom, composto de uma granada, dinamite, uma metralhadora, duas espingardas calibre 12, sete pistolas, quatro revólveres, cinco veículos roubados e… 20 quilos de maconha, se é que maconha faz parte de arsenal.

As matérias a respeito nos grandes jornais (impressos e TV) vêm sendo mais “amenas” com relação à atuação da Rota. Período eleitoral? O fato de pegar mal criticar a Rota neste caso, já que se tratava de um justiçamento? O fato de que a imensa maioria dos leitores apoia a ação da Rota? Não sei. O que sei é que dá pra tirar uma linha da situação pelos comentários dos leitores (no caso, a Folha, já que o Estadão os aboliu).

Leitores médios acreditam que a Rota tem uma função de “limpeza”, e em casos similares geralmente apoiam as ações, acrescentando que “ainda foi pouco, deveria ter eliminado todos os bandidos”.

Há também o leitor médio que credita esses fatos à falha do Estado (Estado em geral) na educação, na recuperação prisional, etc.

Outros ainda, embora de maneira mais tímida no calor dos acontecimentos, adotam a ideia bem engendrada por oposições políticas e regionais de que “a polícia paulista mata”. E são devidamente referendados por “analistas” de ocasião.

Talvez isso tudo possa ser discutido, mas é muito pouca gente que se atém ao fato em si: o confronto.

Lamento dar essa notícia aos horrorizados de plantão, mas numa situação limite, um polícial vale mais como ser humano do que um bandido. É assim, sempre foi e sempre será. Um país em guerra jamais colocará engenheiros ou médicos na frente de batalha. Eles podem até ir, mas não estarão nas trincheiras.  Mesmo no front, os soldados estrão armados para se defender, porque, mesmo valendo relativamente menos, eles valem mais que o inimigo.

No caso da Rota, são policiais estudados e treinados. Gastou-se muito dinheiro com eles. E o círculo se fecha aí: eles estão armados e treinados em pontaria para se defender, defender a população, defender o Estado e defender o investimento que fizeram neles mesmos e que o Estado fez neles mesmos. Policial morto é dinheiro jogado fora.

O policial vale mais que o bandido. Acredito que não seja difícil para mim, para você e para qualquer um entender isso.

Pois bem, as notícias induziram a ideia de que a Rota chegou e matou nove elementos. Não. Nove foi o saldo de mortos, o que é diferente – antes do confronto, os bandidos justiçaram o tal estuprador, daí a conta, sempre apressada, do jornalismo. Atualizando: o estuprador foi morto pela polícia, segundo depoimento dos policiais à Polícia Civil. Não pelo estupro, mas porque resistiu à prisão e disparou contra a polícia antes de ser atingido.

Os mortos foram os que resolveram atacar a polícia. Eu lamento a precariedade de vida de todos eles, mas o fato é que o instinto de defesa e a mira da polícia são melhores. Talvez esse deva ser um fato a ser aceito pelos tais especialistas e suas contas.

O governador Alckmin, em seu modo telegráfico de falar, se pronunciou sobre o fato de maneira bem feliz:

“Quem não reagiu está vivo”. “Você tem num carro quatro: dois morreram, dois estão vivos, se entregaram”.

Então o “índice de letalidade” da Rota está bem dentro dos conformes. Pessoas que se horrorizam profissionalmente com o número de mortes de ontem talvez passem batido – também profissionalmente – pelo número de presos: oito. Também um belo índice, ou não?

Esses mesmos especialistas, ou jornalistas opinativos que sejam, não acham rigorosamente nada do fato de o tráfico do Rio de Janeiro (que não matou, mas também não prendeu), ter migrado para regiões antes tranquilas, como Niterói, Baixada Fluminense e… São Paulo, para onde os bandidos trouxeram a gloriosa inovação de incendiar ônibus com gente dentro.

O título deste post? Ah, é uma coisa boinha de perceber no jornalismo comparativo que fazemos todos. Note que as matérias envolvendo ações desse tipo em São Paulo estão recheadas de “Segundo a PM…”.

A PM paulista é sempre suspeita. Lembre disso quando ler matérias sobre as atuações das PMs de outros estados e perceberá que todas são superconfiáveis. Ninguém vai lá checar informação de policial coisíssima nenhuma. Jornalismo que vende tal e qual o peixe que comprou, pra ter tempo de esmiuçar o peixe daqui e vendê-lo com sal e pimenta a gosto.

Anúncios

28 opiniões sobre “Segundo a polícia…”

  1. Até o Datena em seu programa de rádio elogiou a ação da Rota. Tirando um ou outro babaca que sempre questiona os confrontos envolvendo a Rota, dizendo que na maioria dos casos são sempre os bandidos que tombam e blá, blá, blá. Eu sempre dou uma olhada nos comentários das matérias da Folha, Leticia. É raro encontrar alguém disposto a defender bandidos. A PM tem é mais que agir assim mesmo, sem medo algum do confronto ou do número de mortos. E ações como essa em Várzea Paulista intimidam sim as quadrilhas. Eu particularmente sou um admirador do trabalho dessa verdadeira tropa de elite da Polícia Militar. Para alguém como eu que vive viajando pelo Brasil maravilha do pt, posso te garantir que a Rota é motivo de inveja nos demais estados.

  2. Não vou justificar os excessos e erros cometidos pela PM(SP),muito pelo contrário,os maus policiais devem ser responsabilizados na conformidade da lei.Agora,rotular toda instituição, com mais de 100 mil homens ,como polícia assassina,a que mais mata,de fascista..etc, é inaceitável.Rótulo colocado não preciso dizer por quem. E,só prá pegar como exemplo, o RJ,um estado governado por companheiros,é
    diferente?Lá a PM,não erra,não mata,não é corrupta?Mas,só fala-se das UPPS,que foi uma idéia trazida,a partir de uma experiência bem sucedida do exército no Haiti.Enfim,houve o confronto e perderam,quem se entregou está vivo. Não vou derramar uma lágrima por eles.Quanto a violência disseminada no país,na minha opinião,tem tudo a ver com a falta de política federal,prá combater o crime organizado(infilrado até no estado)contrabando de armas,drogas,nossas fronteiras são a casa da mãe Joana,tolerância com os vizinhos (ideológicamente companheiros) exportadores(Bolívia principalmente),o Paraguai por enquanto deixou de ser. E,leis que só favorecem o crime.Enfim,hoje,os valores se inverteram e prá estes predadores de SP,tudo em SP é,ou está mal feito.

  3. Você colocou duas informações que não ouvi pela imprensa e que julgo muito importantes: a denúncia anônima e o número de presos no evento.
    Bom saber que a população está colaborando com a polícia para diminuirmos, ainda mais, a criminalidade em nossa cidade e estado. Temos que agir positivamente sempre que pudermos.
    Há sempre notícias nos jornais dos mortos pela PM. Cansa. Os meliantes presos, que serão processados e julgados não geram notícia. Talvez se começarem a dizer que a PM chegou atirando cheguem ao noticiário

  4. Claudio, nem preciso sair do meu sedentarismo municipal pra perceber isso. Nos poucos lugares aonde vou fora de SP, simplesmente não vejo polícia. E motivos haveria…

    O sem nick, nem me abalo com suspeitas, depoimentos desencontrados e eventuais excessos da polícia, porque é assim em todo lugar, normal. Mas a imprensa, tal como policiais mais exaltados, atira primeiro e vai ver o que é depois. E essa desgraça na Chatuba, cujo céu agora é enegrecido de helicópteros, já alcançou o índice “ótimo” de cafonice em matéria de ação do estado e cobertura jornalística. Um lugar largado, ao deus-dará, e agora essa fofice toda? E pior: não dura, não, porque a Copa e os Jogos Olímpicos passam longe dali.

    Iolita, o mundo é vasto e variado. Tal como os stalkers, há gente que não tem recuperação. Há os que tem, mas há os que não tem. Agora, se atirou contra a polícia, vai se converter lá em cima e não enche mais os pacovás.

    Não é, Dulce? Ninguém aguenta quando a coisa está perto. E mais, quando há reportagens sobre o poder de recuperação da Fundação Casa, os casos positivos e tal – e eles existem -, os analistas não se manifestam.

  5. Na certa, quem critica a ROTA prefere a instauração de tribunais privados administrados por traficantes de drogas, que executam suas sentenças num morro apelidado de “microondas”, como acontece no RJ, não é?

    O que muita gente não entende no Brasil é que vivemos uma guerra. E numa guerra, os embates matam muita gente porque são generalizados. Dizer que o Brasil é um país pacífico e que nossas polícias são excessivas é não constatar o que acontece à sua volta, vivemos em estado de guerra: um brasileiro, qualquer um, não pode sair na rua sem que no mínimo um de seus direitos fundamentais seja violado, e isso acontece todos os dias e explico:

    O direito de ir e vir por exemplo, é violado na exata medida em que as ruas são inseguras. É impossível andar à meia-noite na rua em qualquer lugar de Curitiba sem sofrer o risco de um assalto, quando não um assassinato ou um crime sexual, é violação do direito de ir e vir, do direito à tranquilidade, do direito à vida, do direito de ser mulher ou criança. Se você fica em casa no fim de semana, é atormentado com indivíduos bêbados e com som alto que param na porta da sua casa sem que ninguém faça nada contra essa violação do direito ao sossego.

    E são só exemplos. Mas vivemos numa guerra contra o crime e a violação obsessiva da Lei e daí não podemos exigir uma polícia que só dê voz de prisão e prenda, porque isso não se aplica na prática. E o crime organizado no Brasil tem grande relação com a ignorância da população que tem mais medo de polícia de que ladrão, logo, se a polícia acaba se “excedendo” é porque o povo também tem culpa em não acreditar me valorizar as instituições.

  6. Enche o saco as chamadas de matéria da folha. Acabei de ler que o Serra e o Haddad estão técnicamente empatados na recente pesquisa Ibope. Pois é, Serra tem 19 e Haddad tem 15 com margem de erro de três pontos percentuais. Qual será o motivo para as chamadas considerarem sempre as margens em favor do petista? Pois da mesma forma que podem estar empatados, também podem estar com uma diferença de dez pontos. Ou não?

  7. Começando pelo final.
    Claudio, que o candidato ungido pelo governo federal subiria, não poderia haver dúvidas. O que não poderia haver é essa paura de fazer campanha do PSDB e seus aliados em São Paulo. Por osmose ninguém prefere ou vota. Mas, o ungido não irá a segundo turno.

    Já no bojo dos acontecimentos, não adianta. A Polícia de São Paulo sempre perde no jogo de comunicação. Por quê? Porque dificilmente alguém faz o que fez o Governador agora: fala claro e contundente, sem prejuízo de apurações de eventuais aspectos que mereçam ser avaliados. Ponto.
    Quem critica a Polícia, sempre reclama, também da Policia, quando crimes horrendos acontecem em suas proximidades, quando adentram suas áreas de conforto. Isso será interminável, porém, caso a população média, acredite nesse papo de que a Polícia está ai só para “atazanar trabalhador”, para “arrupiá na perifa e não em mocó de playboy”, fica difícil.
    Portanto, as autoridades não devem pestanejar frente a tais bazófias. Tem de falar duro e agir duro. Nenhum Policial tem aval para matar. Mas, também, não pode ter aval para ser morto. A Polícia detém o mandato da força emanada do poder político de quem representa a sociedade como um todo, através do voto nas urnas.
    Assim, quem detém o monopólio da força, por mandato popular é o Estado. Fim.
    Ou será necessário desenhar toda vez?
    Agora se tiver quem prefira que um grupo de facínoras crie tribunais para decidir quem morre e quem vive…tudo bem. Convide esse pessoal para jantar. E bom proveito.

  8. Existe uma verdade incontestável.
    São Paulo tem um dos menores índices de criminalidade do país. É o estado com a maior população carcerária e o que mais mata bandido. Coincidência? Não!
    Tem menos crime porque a polícia mata mais e prende mais.
    Chamo isso de saneamento social. E viva a ROTA.
    Menos 9 para aterrorizar a população e pau neles.
    Quero uma notícia igual todos os dias até os bandidos fugirem apavorados para o quinto dos infernos.

  9. Tea Party, a letalidade tem regras e treinamento. Não pode e não deve ser utilizada ao bel-prazer de ninguém individualmente. Não dá para apoiar um “limpeza” dessa forma, entende? Somos uma Democracia. Precisa de ajustes? Sim. Mas, não de justiçamentos. E não é isso que as investigações demonstram que a Polícia estaria fazendo. Qualquer desvio é investigado e punido com severidade. Que continue assim, dentro das Leis e da autoridade Política, eleita por votos populares.

  10. Dawran
    Respeito seu ponto de vista e acho ótimo que entre minha posição e a sua exista o equilíbrio porque se dependesse de mim a barbárie seria total e garanto que bandido não poria os pés em SP nem para bater carteira ou roubar doce de criancinha.
    Eu era grande apoiador do esquadrão da morte, e esses eram meus heróis.
    Sempre fui da opinião que violência se combate com violência maior ainda, muito acima do que meus inimigos possam imaginar.
    E assim passei minha vida incólume. Todos a minha volta sabiam que eu era de paz, mas que se provocado não tinha limites e e as portas do inferno se abriam. Isso me proporcionou uma vida de paz e com poucos contratempos.

  11. Tea Party, por isso que a letalidade de policiais tem de ter regras claras e caso descumpridas, com punições precedidas por rigorosa investigação e suspensão e até prisão e desligamento da corporação.

    Nós, civis, idem. Vamos para a cadeia. Civis só têm a desculpa legal da legitima defesa. O policial, que, creio, é mais vocação do que qualquer outra coisa, pois, a função dele é interpor-se entre a vítima e o agressor, pondo em riscos a própria, merece confiança, salário digno e também de segurança. E não de milícias.

    Por exemplo, não entendo o porque de policias não terem vales refeição, salvo esteja eu desatualizado. Não terem, salvo desatualização de minha parte, mediante critérios, oportunidades de financiar residência onde queira e possa, sem precisar morar onde age, por dever da profissão.

    Quando Governador falou sobre o caso último, mais ou menso “que nem não reagiu está vivo”, ou algo assim, falou em nome de seus comandados, demonstrou confiança neles. E isso é bom para que as coisas não saiam de controle.

    Assim, depois esse bláblá todo, não considero de bom alvitre a possibilidade de letalidade ser assim facilitada, seja por qual motivo for. Continuo a discordar de sua posição, pois, teríamos uma carnificina geral e irrestrita.

  12. É o que falei.
    Eu sou pró carnificina.
    É claro que não se pode matar inocentes, mas com ficha corrida, é bala.
    Eu não concordo em pagar auxilio reclusão, visitas íntimas e outros benefícios.
    Afinal eu financio essa patifaria com meus impostos que deveriam ser melhor aplicados.
    Bandido tem mais é que morrer ( independente da idade, gasta-se menos).
    E também não me considero responsável pelo abismo social, distribuição de renda e outras baboseiras politicamente corretas.
    O ministro Joaquim Barbosa já provou que quem quer faz.

  13. A PM paulista é corajosa. Vai para a ação na proporção 10×1. Descarregam as armas, matam todos e limpam a cena do crime. Fim. Seguem para a próxima “colheita”. Sabem que nessa república (fede)rativa a Corporação mata, a Corporação é que apura os fatos, e a própria Corporação é quem conclui pela “inocência” dos envolvidos. Quem não reagiu ficou vivo, disse a Corporação. Engulam vocês, eu cuspo fora!

  14. Xico, e você já chamou a Polícia para contar isso?
    Precisa falar para a Polícia como é que ela tem de fazer.
    Talvez estejam só esperando sua consultoria abalizada.
    Chama a Policia Xico!!!

  15. Olha, eu acho bacana mesmo é a polícia do Rio, que não está presente em lugar algum e, quando finalmente chega, proporciona momentos de comoção inigualáveis na teledramaturgia televisiva. O pessoal AMA ver enterro de PM fluminense. O velório é num cemitério vagabundo, mas a cobertura da imprensa é um luxo só.

  16. Não preciso ir até lá, Sr. Numida.
    Basta o Governador compor uma comissão independente para acompanhar a apuração dos fatos. Sugiro membros da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, familiares das vitimas, ONU, membros da Human Rigths Watch etc.
    A juiza Patrícia Acioli tentou enquadrar a Coorporação e… (sabemos o que aconteceu).
    ————————————————————————————————
    Passeata a Favor da ROTA.
    Dia 28 de Setembro, às 15 horas.
    Em frente ao Batalhão da ROTA, na Estação Tiradentes do Metrô.
    Compareçam!

  17. De todo modo, Xico, com todo o conhecimento que tem a respeito do assunto, deveria comunicar a Polícia e ensiná-la como deve agir. Ou ao Governador. Mas, é bom ter os dados corretos. Isso pode evitar fazer atribuições equivocadas.

  18. Só complementando, o MP está sempre em cima da Polícia. Pode acrescentar o MP junto com as outras organizações citadas em seu comentário.
    Ou será que devemos, todos, irmos viver no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Argentina, Gabão, Faixa de Gaza, no Morro do Careca, Morro do Elefante, Rocinha, Saara, Mali, acampamentos de refugiados da ONU…

  19. Xico, se você quer passar a mão na cabeça de bandido, chame o padre Lancelotti e juntos cantem uma canção de ninar pra eles.
    Quando se trata de combater a criminalidade, a tolerância é ZERO!!!

    Na ânsia de acertar os excessos sempre serão cometidos. Pecar por omissão é mil vezes pior.

  20. Verdade amiga blogueira. Por que não Congo-Brazzaville, antigo Congo Francês.
    Ainda há o Congo Kinshasa, ex-Congo Belga, atual Zaire e parece, agora, República Democrática do Congo. Ex-jardim do Rei Leopold da Bélgica, que nunca pôs as unhas encravadas por lá.

    Há ainda o Sudão e o Sudão do Sul. Onde há, acho que nos dois, ou em Darfur, uma violenta milícia, chamada de Janjawid, mais citada como de Darfur mesmo, região do Sudão que faz fronteiras com o Chad, Líbia e República Centro Africana.(Wiki). Um local que deve ser sensacional, verdade?
    Existe também, além da milícia violenta Janjawid, “Darfur é uma cidade localizada no estado americano de Minnesota, no Condado de Watonwan” (Wiki). Logicamente, a Janjawid não deve atuar na Darfur de Minnesota…hehehehe…

    O apoio da Wiki, serve para organizar os locais para onde poderemos ir, ao invés de ficar neste local terrível chamado Sã Paulo, certo? Acho que por aqui não aprecem nem os corajosos Médicos Sem Fronteiras. E nem Angelina Jolie, como naquele filme, se não falha a memória, “Amor Sem Fronteiras”.
    Aliás, esse pessoal super bem intencionado com São Paulo, Capital, poderia escolher como trazer a Angelina Jolie: se aquela do “Colecionador de Ossos”, a de “Amor Sem Fronteiras”, ou a corajosa e extremamente sensual dos “Tomb Raider”.
    Além de perderem as eleições teriam de pagar uma nota para Angelina Jolie…hehehehe…
    Deu para dar uma ideia, não é amiga blogueira…hehehehe…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s