Bate-e-volta em Brasília

Bom dia!

Não sei o que mais me assombra hoje.

a) As phynas palavras do Ministro Dias Toffoli dirigidas ao jornalista Ricardo Noblat, ou

b) Na coluna de ontem de Cláudio Humberto:

Ninguém merece

 Um funcionário do Serviço Médico e uma camareira, que até fazia as malas de Dilma para sua viagens, não suportaram o esculacho cotidiano: deixaram o presidência da República após crises nervosas.
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11 opiniões sobre “Bate-e-volta em Brasília”

  1. Meu Deus que HORROR!!!!!!!!!!!! Qualquer ministro do Supremo tem o DEVER de ter uma conduta e comportamento ilibados, pelo menos em público.Agindo deste modo o ministro dá motivos para nós os pagadores de seu salário, pensarmos no mínimo o pior quando ele der o seu voto. Se tivesse alguma Hombridade se declararia impedido.

  2. A corregedora do Conselho Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, já denunciava que entre alguns magistrados há bandidos de toga.
    Com esse linguajar de cais de porto ou de diretório petista, Dias Toffoli demonstra que entrou pela porta dos fundos do Supremo Tribunal Federal.
    Será que esse assecla de Lulla e Dirceu passou no exame da OAB?
    Moralmente ele não se sente impedido, pois foi implantado entre os demais ministros exatamente para ser um voto favorável aos mensaleiros. Está sendo pago regiamente por isso.
    Os caminhos de nossa Justiça são por demais tortuosos…!

  3. Iolita e Schu, não sei se é pra se indignar ou se é pra rir. Gostaria muito que, amanhã, os demais magistrados (de quem geralmente se tem um senão, e tal, mas são só divergências normais) tomassem vergonha na cara e impedissem esse elemento.

  4. Engraçado, né? (Engraçado como um espinho no pé) – depois do des-governo de um certo senhor, “liturgia do cargo” parece mais coisa de igreja do século XVIII, pois não? Conheço lixeiros muito mais educados que esse senhor.

  5. Falar o quê? Eu acho que isso é a produto da velha conhecida paúra. A turma do mensalão está com medo.

    Considerando a hipótese de alto teor etílico no organismo do personagem, o que não é o problema, pois normal que qualquer um abuse nessas situações, acho que o desequilíbrio não foi beber. Foi a baixa de guarda do superego. Ficar com raiva é normal. O problema é como as pessoas exprimem, por palavras e atos, esse sentimento. Não sendo comum o fato (vindo de onde e como veio), é notícia que interessa ao público leitor de imprensa.

    Noblat não nasceu ontem. Deve ter tudo registrado. Agiu como repórter: deu notícia. Se não derem uma “bobos”, acho que a coisa deve vir à baila na semana. Pode complicar o julgamento? Acho que pode. Apesar das possíveis complicações, acho muito mais importante a liberdade do repórter. E afinal, foi um dos ministros do Supremo quem disse o que disse, até prova em contrário.

    Não me parece chumbo trocado entre desafetos. Noblat era convidado e, na festa, agiu com civilidade. Covarde foi a valentia do personagem, que falou o que falou pelas costas.

    Gostaria de ler uma crônica do José Nêumanne Pinto sobre o ocorrido.

  6. Maria Edi, cê vê: enquanto um lixeiro vai fazer a passada de bola para o Rio no encerramento da Olimpíada em Londres, o douto magistrado restringe-se à baixaria doméstica. Não deveria ser o contrário? Os assuntos não deveriam ser tratados conforme sua dimensão?

    Paulo, eu tenho uma teoria: quando você está bêbado ou com raiva, põe pra fora o âmago de sua educação primeira. Daí se põe a diferença do extrato (com x mesmo), daquilo que se “extrai” do fundo-fundão mesmo dos valores que recebeu. Cansamos de ver gente que se põe de urbana/educada/polida que na hora do vamuvê desabrocha todo o protocolo lúmpen que aprendeu lá atrás, talvez com mamã, talvez om papá. Todo dia vejo um troço desses, o que não deixa de ser engraçado.

  7. Olha, isso sequer, talvez, merecesse posts, caso o referido senhor tivesse declarado seu impedimento para julgar o caso rumoroso. Pelo jeito seria mais simples do que acumular o que pareça ser algo de mágoa. Exatamente no momento em que o País mereceria sonhar com algo melhor, exatamente vindo da Corte Suprema. Pena. É o caso de esperar, não há outro jeito, para conhecer o voto e as sentenças para o caso.

  8. Leticia, resposta aqui, neste post, sobre o post “Rapeiros…”, perder ou não ganhar a moeda de ouro, é decorrência do trabalho anterior e pronto. Medalha de prata foi o que a garotada mereceu. O México abriu o placar em segundos e dominou ou impediu de jogássemos de forma mais organizada. Então, todos têm de receber a moeda de prática com muito orgulho e pararem de crer que o Brasil só tem a sina de receber o ouro no futebol. Nas Olimpíadas, de cabeça, as gerações de Dener, Robinho e Diego e agora de Neymar e Lucas, perderam o ouro no futebol Olímpico. Outros de igual potencial também perderam. Parece que os próximos também não vencerão.

  9. De qq modo, é o que dissemos: querão livvres, leves e soltos por aí. Mão sei se isso surte muito efeito nas mentes.

    Né? Não sei pra que tanto choro, pra que tanta indignação. Pra falar a verdade, não me lembro de futebol em olimpíada que causasse tanta mobilização assim.

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