Então vamos recapitular

Reinaldo Azevedo escreve hoje sobre o caso dos PMs que furaram o “publicitário, empresário” em fuga, condições bastantes para que o caso comovesse corações nas redações.

Pois bem. Concordo com RA no tocante à punição imediata dos caras. E é justamente porque a PM paulista pune o mau comportamento que a mesmíssima PM paulista é digna de toda a confiança. Caso contrário, estaríamos como em certo caso de morte de filho de famosa, e em tantos outros, em que os PMs corruptos e homicidas “são afastados das operações em rua” e ficam no bem-bom, em serviço de escritório.

Aqui não. Vão pro xilindró e aguardam lá seu julgamento.

Mas não é esse o foco aqui. O que faço questã é de reproduzir uma tabela em matéria da Folha, explicando didaticamente como o policial deve se portar em ocasiões semelhantes:

É um parâmetro quando a mesma imprensa atacar as ações da Rota no caso de não se tratar nem de empresário, nem de publicitário a ser enterrado no Getsêmani.

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35 opiniões sobre “Então vamos recapitular”

  1. Leticia,

    A ação da Policia Militar nas duas ocorrências que terminaram na morte de dois civis foi uma reação a recente onda de assassinato de policiais militares.
    Os métodos descritos são corretos, mas gostaria de lembrar o carro tinha vidros com película de proteção solar. Essas películas tornam muito mais difícil a visualização do interior do carro durante o dia, à noite então fica impossível distinguir o que ocorre dentro do carro e um simples celular pode parecer realmente uma arma.
    Já passei por duas blitz da Policia Militar recentemente e como meu carro possui película a primeira ação que faço é abaixar todos os vidros para que o interior fique visível ao policial e não faço nenhum movimento brusco. Quem não está fazendo alguma coisa errada não precisa temer a ação da Policia.
    Agora que reação deve ter um policial frente a um carro que fura um bloqueio ou tenta escapar da Policia? Se minha vida estivesse em risco teria a mesma reação dos policiais militares nos dois casos.

  2. Leticia, li o post do RA. Muito bom e pega na veia, para variar.
    É de crer-se que o Governador e o Comandante da PM indo aos meios de comunicação condenando o acontecido e falando em detenção, investigação e se for comprovado o fato desairoso, prisão, deva servir para mostrar que não estamos sendo governados por bandidos, por homicidas, quadrilheiros, autoritários e coniventes com crimes.
    O jornal com seu gráfico e sua linha de policiais presos e motivos, deve ter ouvido a Polícia e não só especialistas sobre o tema.

  3. Continuando…

    Já tinha, também, ouvido essa da tal quadrilha de malfeitores, desarticulada, com seus líderes presos, absurdamente colocada como responsável pela queda dos crimes em São Paulo.
    Fica parecendo aqueles outros que dizem que a criminalidade cai em São Paulo, por causa do trabalho de “grupos da sociedade civil organizada”, “organizações sociais”, “sindicatos” e os etc. de sempre.
    Mas, nunca a política de segurança e nem a Polícia em suas ações.
    O Governador? Oras, nem por sombra lembram que há um Governador em São Paulo, votado pela população do Estado para fazer exatamente o que tem feito: mantido a derrubada da taxa de crimes e não sendo conivente com crimes e nem adulador de facínora encarcerado.
    Oras, quem pensa assim, deveria passar uns tempos lá na prisão, ouvindo palestras do que chamam de chefe da quadrilha, que seria um intelectual, letrado em grandes filósofos…Lá, na cadeia, ele pode pensar ser o que bem entender.
    O que não dá é gente de fora acreditar e tentar colocá-lo como alguma referência de alguma coisa. Isso deve ser idolatria e idólatras os que fazem isso.
    Como podem montar um raciocínio partindo desse pressuposto furado?

  4. Quem precisa dessa polícia militarizada, atirando a torto e a direito? Ela teve o seu lugar na época da Ditadura, desfilando em passos cadenciados no 7 de setembro. Hoje, são inúteis. Perderam o seu lugar no século XXI. É vazio o debate sobre número de crimes realizados em determinado período, quando não se cuida da quantidade de crimes solucionados. É pífio, a eficiência da nossa Polícia é escandalosa, porque o foco está no poder das armas, não no trabalho sério, eficiente, com o uso da ciência e da tecnologia. Menos soldados, armas, viaturas e munição; mais peritos, mais computadores, mais investigação.

  5. Não é, Arnaldo L? Verdade é que nunca fui parada pela polícia, mas no dia em que isso acontecer pararei tranquilamente, numa boa, como milhares de pessoas fazem diariamente e NADA de mal aontece. Não defendo a ação dos caras, mas é difícil trabalhar assim numa sociedade em que boa parte das pessoas agem como o “outro lado”. Acho um saco essa coisa de achar que polícia é inimigo e que nós, fofinhos, podem tudo, como se coitados fossem: “Ah, mas é só droga.” “Ah, mas ele só estava assustado.” “Ah, mas ele estava descalço.” “Ah, mas ele estava comemorando metralhando todo mundo, coitado!”. Sabe?… Pô!

    Né, Dawran? Deveriam ter feito um gráfico para o procedimento com a juíza phoderosa, mas parece que o caso não rendeu porque ela também, a seu modo, está “do lado de lá”. E quanto ao Première Commande de la Capitale, é incrível o que fez no imaginário da oposição.

    Xico, você precisa falar isso pra polícia australiana, de Londres, de Nova York. Tenho cá pra mim que no dia em que os bandidos ficarem à solta, matando-se até a extinção, haverá lastro pra chegar nesse nível de tecnologia e investigação. Por enquanto, do jeito que a população se reproduz como rato e vive na base do molambo, não tá fácil pra ninguém ser civilizado.

  6. Lá vem o Xico, com a cantilena descendo ladeira!!!
    Xico, aqui em São Paulo não tem ditadura, nem assassinos comandando a administração pública. Não adianta vir com a tese furada de sempre.

    Não custa repetir:
    – o Governo do Estado não é tocado por idiotas e também não considera o Cidadão como idiota.
    – o Governador do Estado não autoritário e nem mistificador.
    – todos os caso são investigados.
    – fatos como esse não são apoiados por autoridades.
    Ponto.

    Qualquer problema, Xico, chame a Polícia. Sem medo.

  7. Continuando, Xico.
    Você deveria entrar para a Polícia. Seus talentos saltam aos olhos.
    Com certeza, teria capacidade de transformá-la em algo muito melhor do que já é.
    Não desperdice sua vocação.
    Eu o procuraria, sem medo, por quaisquer problemas de segurança.
    Inclusive para explicar para especialistas e população em geral, como a Polícia trabalha.
    Boa sorte.

  8. Ora, o “foco está exatamente no poder das armas”!
    A única coisa que bandido respeita é um poderio de fogo igual ou superior ao seu.
    Outra coisa: depois de uma investigação, quem é que vai fazer a detenção dos meliantes?
    Peritos engravatados munidos de laptops? Fala sério, meu!

    Além do mais, teria que haver uma unificação das ‘polícias’, se possível optando pela militarização, SIM. Por outro lado, há que se exigir um maior rigor na seleção de novos contingentes, expurgando os despreparados e aqueles que se infiltram nas tropas para cometerem crimes escudados num uniforme ou insígnia.

  9. “Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades.” Benjamin Franklin
    O perigo para a existência de uma sociedade livre não está nas armas em posse dos cidadãos, mas em um governo que é livre para agir, especialmente um que está mais bem armado do que o povo. Uma sociedade armada é uma sociedade autônoma e independente, assim como um povo desarmado está vulnerável a poderes arbitrários de todo tipo.
    Cidadãos armados resultam em menos crime e mais segurança, e ainda faz com que o governo seja constantemente lembrado de que seus burocratas não são os únicos com poderes.
    Você se sentiria seguro se pusessem um aviso na frente da sua casa dizendo: “Essa casa é uma zona livre de armas, seus moradores NÃO possuem arma de fogo”? Cidadãos cumpridores da lei poderiam ficar satisfeitos com tal aviso, mas para criminosos ele seria um convite irresistível.

  10. Talvez recorra-se à cantilena que “olha, nos Estados Unidos, o que acontece”. Bem, eu sou contra arma à mão de criança e de jovem amuadinho que se sente o bundão da sala. Mas pelo menos não fazem isso todo dia, e alguns têm a hombridade de meter um tiro nos miolos. Já aqui, é a tarefa é diária e feliz.

  11. Olha esse negócio de ter armas, só serve para dar tiro no próprio pé.
    O monopólio da força é do Estado. Se for para mudar isso, ter-se-á de mudar o regime em que está se vivendo e as instituições e os preceitos que o sustentam.
    Depois, sempre no afogadilho, aparecem ideias miraculosas. Ora pró-desarmamento, ora pró-armamento. Em suam, com essas indecisões, não há sociedades maduras para ser armada desde o berço.
    Ademais, quando um meliante decide cometer algum ato, ele pouco conta se a pessoa a ser atacada está ou não armada. Se estiver, ele tem mais prática em atirar sem remorso, talvez, do que um cidadão comum. Este, antes de puxar o gatilho, pensa muito. Aquele, atira sem pensar e dane-se. Assim, o cidadão, além de quase sempre morrer, é chamado de bundão e tem a arma levada, certo? E se matar, terá de provar que foi em legítima defesa, o que é correto, mas não tão fácil de provar.
    Então, sem essa de armas em casa.
    Estar-se-á mais seguro assim, do um bando de Roy Rogers pelas rua. E Roy Rogers atirava pouco. Seria, um monte de John Wayne…
    A segurança é o Estado quem deve propiciar.

  12. Senão, o Estado terá duplo trabalho com sua Polícia: esta terá de desarmar meliantes e cidadãos despreparados, dedos moles, que podem querer resolver problemas no trânsito, no Metrô, no Trem Metropolitano e com o vizinho.
    Além da sogra, do genro, nora…Seria um massacre!!!
    Ah, e do cachorro também.
    Tô fora!!!

  13. Se você deposita sua liberdade e segurança somente nas mãos do estado está trilhando o caminho da servidão.
    Hitler promoveu o desarmamento assim com Stalin, Fidel, Pol Pot, Chavez e todos os outros tiranos que massacraram a população desarmada.
    É imperativo conhecer historia.
    Eu deposito minha segurança no meu anjo 45

  14. Tea Party, tenho a certeza de que morreriam muito mais fregueses do que meliantes. Vai por mim: isso não resolve, exceto criar alvos, organizar um matadouro e fornecer mais armas às quadrilhas.
    A Polícia já mapeou esse tipo de crime e não vai durar muito para ser desarticulado.

    Tea Party, é assim: vigilância constante, prevenção constante, treinamento constante…sempre vendo oportunidade de melhorias na política de segurança e na Polícia.
    Cidadão armado, é defunto. Simples.

  15. Tea Party, você esqueceu de anexar à sua lista de tiranos nosso moluscóide apedeuta, Lulla. Nine Fingers et caterva quase conseguiu emplacar um desarmamento total da população brasileira. Felizmente a coisa deu em nada.
    Hoje, quando um bandido pensa em invadir uma residência, sabe muito bem que pode levar uma bala na cara.

  16. Leticia, o Fantástico mostrou ontem a situação de jovens infratores presos em alguns estados. Os piores são os administrados pelo PT. No Rio Grande do Sul, seis menores ficam presos em celas úmidas com 7,5 metros quadrados. Todos dormem no chão, mesmo tendo o estado registrado históricamente as temperaturas mais baixas do país. Em Sergipe, estado também governado pelo PT, o menor guarda a embalagem da quentinha para servir de privada, pois as celas não tem banheiros. Ainda teve Rio de Janeiro, Espirito Santo e Rondonia com situações pra lá de constrangedoras. Parece que estes casos não são assim importantes para nossa ministra dos direitos humanos, Maria do Rosário. E olha, creio que nem para a própria direção de reportagem, que sequer teve disposição para entrevistá-la. Fosse algo relacionado a São Paulo…

    Por mais estranho que possa parecer, na Record, perto da 1:00 da madrugada, vi uma matéria referente a recuperação de um jovem pela “Fundação Casa”. Claro que a matéria era sobre o amor e a persistência da mãe, que insistia na inocência do filho, etc. Ao mostrar as virtudes da mãe – o que, claro, foi muito importante na recuperação – a record acabou mostrando a boa estrutura do estado com a questão. Sempre com acompanhamento psicológico, bom refeitório, roupas limpas e, o que é melhor, a oportunidade de aprender uma profissão. Uma pena que o PSDB não consiga usar essas mesmas matérias a seu favor. Fosse uma oposição séria, seus deputados e senadores estariam hoje estrilando nas tribunas e cobrando explicações. Mas quê…

  17. Claudio, sabe por que o Fantástico não falou um tico de São Paulo? Porque não achou. Até há, e tal, mas daria muito trabalho procurar. Preso vota, né? Então eu desejo que os encarcerados gaúchos se lasquem.

    Quanto às armas, eu tendo – TENDO – a concordar com o Tea Party, embora não tenha opinião fechada. Nunca haverá uma sociedade fofinha, bem educada e tal, em que todo mundo saiba resolver tudo na base do papo e da compreensão. E portador por portador, é mais fácil treinar pai de família no “tiro responsável” do que convencer meliante a só atirar em último caso.

  18. Pessoal, esse negócio de arma, permaneço no desarmamento. Meliante precisa ser é preso e o Estado tem, por mandado, de proteger os seus. Não seremos os guardiões da rua, do bairro, da cidade, com base em armas na cintura. Seria milícia, certo?
    Mas, porém, quem quiser aprender a lidar com armas, atirar etc, há locais específicos para tanto. Há muita gente que faz isso há tempos. Comprar uma arma, de forma legal, também, apesar da burocracia, não deve mais difícil do que marcar uma consulta especializada no SUS, sem maldade com quem necessita.
    Permaneço naquela de que cidadão armado, é defunto.
    Por ler sobre anjo 45, fez lembrar de “Charles, Anjo 45”, de Jorge Ben.
    Consta que o personagem Charles, existiu de fato e seria tenente reformado da Marinha. Pois é. Deve estar vivo.

  19. Meu anjo 45 foi batizado por Jorge Ben devido à música isso já naquela época.
    Ando armado desde jovem, (já passei dos 60) quando criança era canivete, cabo de aço, pedaço de pau ou estilingue. Mais tarde conheci alguns anjos 22, 38, 7.65 etc.
    Estou vivinho e minha família toda muito bem e digo sem receio, não seria assim se eu andasse sem escolta…Pelo número de vezes em que tentaram, isso mesmo, tentaram me assaltar ou coisa parecida. Na frente do Jesus te chama todo valente fala fino.
    E olha que nunca morei em boca pesada.
    Bandido anda armado com lei ou sem lei e não vai ser com carinho que vai deixar de andar. Só por intimidação.
    Eu é que não vou ser patinho indefeso de tiro ao alvo.

  20. “Ademais, quando um meliante decide cometer algum ato, ele pouco conta se a pessoa a ser atacada está ou não armada. Se estiver, ele tem mais prática em atirar sem remorso, talvez, do que um cidadão comum. Este, antes de puxar o gatilho, pensa muito. Aquele, atira sem pensar e dane-se. Assim, o cidadão, além de quase sempre morrer, é chamado de bundão e tem a arma levada, certo? E se matar, terá de provar que foi em legítima defesa, o que é correto, mas não tão fácil de provar.
    Então, sem essa de armas em casa.”

    Tudo fantasia, tudo à base da imaginação. Estamos falando de defuntos de verdade, sangrando fedorentos no meio da rua. Todos já vimos onde dá o “Estado com o monopólio da força”, o resultado é esse mesmo que está aí.

    Mas o brasileiro instruído gosta de brincar de intelectual, de filosofar no vácuo, de discutir estatísticas chutadas, de inventar “estudos” que ninguém leu, de inventar roteiros mentais que não têm coisa alguma a ver com a realidade e acreditar neles como se fossem a própria realidade.

    Veja o argumento do Dawran. Ele imagina um bandido ideal, tirado direto da imaginação, e vai desenhando um roteirinho para esse personagem de ficção: ele não liga se a vítima está ou não armada, tem prática de tiro, atira sem remorso, atira sem pensar. Em seguida, ele cria um vítima ideal, tão fictícia quanto o bandido: pensa antes de atirar, é bundão, tem má pontaria, se matar vai preso. Depois desse festival de ficção, ele conclui, como se tivesse acabado de proceder a um raciocínio impecavelmente lógico: “Então, sem essa de armas em casa”.

    O Dawran não é o único. Esse é o método que impera nas discussões: a ficção substituindo o exame dos fatos, erguida à posição mesma de fato em si, premissa maior a partir da qual todas as conclusões são derivadas.

    Tamos lascados.

  21. Na Suíça, existe apenas uma lei de “controle de armas”: todo homem deve saber atirar perfeitamente a 300 metros de distância. Caso invadissem a Suíça, os nazistas não precisariam se preocupar em sair procurando registros com os nomes dos proprietários de armas — eles poderiam simplesmente presumir que cada homem possuía uma arma. Quando a guerra já parecia inevitável, em 1938, no Campeonato Mundial de Tiro realizado em Lucerna, na Suíça, o Presidente da Confederação suíça, Philipp Etter, declarou:
    Provavelmente não há outro país que, como a Suíça, dá ao soldado sua arma, para que ele a leve para sua casa. . . . Com esse rifle, ele torna-se capaz de, a qualquer momento que seu país o chamar, defender seu lar, sua família, seu lugar de origem. A arma é para ele uma garantia e um símbolo de honra e liberdade. O suíço não se desfaz de seu rifle.
    Os nazistas ouviram essa mensagem em vários foros e meios de comunicação. Eles sabiam que não poderiam executar cada suíço que possuísse uma arma — ao contrário, eles sabiam que inúmeros soldados alemães seriam mortos pelos atiradores suíços. O poderoso exército alemão poderia transformar a Suíça em uma terra devastada, mas o sangue alemão que seria derramado nesse processo seria inaceitavelmente alto, e o país se tornaria ingovernável.

  22. Senhor Dawran Numida, sinceramente, eu gostaria que Sua Excelência saisse do conforto do Palácio dos Bandeirantes e fosse a uma DP, no começo de uma noite de terça-feira, para ver como a Polícia dele funciona. Se tiver coragem, conversar com os familiares dos derrubados pelas balas da PM. Não estou falando o que li na Folha, mas o que eu vivenciei em 41 anos morando na Capital. Já tive o desprazer de testemunhar execuções feitas pela PM. Já tive pessoas próximas vítimas de crimes e de Inquéritos Policiais malfeitos. Já vi um delegado e sua equipe chantagear minha empregadora em uma DP da Zona Leste, com ajuda de um advogado. Mesmo sendo um cidadão honesto, fui por diversas vezes hostilizado por policiais militares. Se o senhor confia na Polícia, no MP e no Poder Judiciário, sorte sua. Eu não confio, e tenho razões de sobra para não confiar. Também não confio no Governador.

  23. Bom, em relação as armas eu particularmente acho que todo cidadão tem o direito de defender sua família. Desde que cumpra todos os requisitos legais, como documentação, testes psicológicos, etc. Eu particularmente não andaria armado, mas se tivesse uma casa ou um sítio para fins de semana com certeza tentaria adquirir uma sim. Teve uma senhora recentemente que fuzilou um vagabundo que invadiu sua casa. Quem sabe o que poderia ter acontecido com ela, caso não tivesse um revólver em casa.

    Já o Xico, coitado, tudo acontece com ele, não? Eu mesmo estive em uma delegacia recentemente à noite e fui muito bem atendido, sem muita burocracia. Também fui parado por uma viatura num domingo à noite em uma rua escura de Santo André. Os dois policiais me revistaram, pediram desculpas, agradeceram a compreensão e foram embora, sem nunhum trauma. Mas veja Xico, com tantas situações vivenciadas, creio que você deva ser um profissional ligado a área criminal, pois eu moro em SP há 46 anos e não vivenciei nem 10% das situações envolvendo a policia conforme você relata.

  24. Eu tenho uma parente aposentada que mora em Cotia numa Chácara na zona rural sozinha.Ela tem como segurança duas cadelas viralatas, e NÃO PODE TER UMA ARMA EM CASA PARA SE DEFENDER, mesmo tendo feito vários cursos de defesa pessoal e TIRO.As pessoas costumam censura-la por morar no local. Será que as pessoas não podem residir onde querem ou precisam?Estamos reféns de BANDIDOS e de PESSOAS POLITICAMENTE CORRETAS. Os governos não conseguem nos dar SEGURANÇA, retiram as armas de pessoas honestas e trabalhadoras deixando-as indefesas ,mas NÃO tem FORÇA OU CORAGEM para coibir o contrabando e ir até os morros, esconderijos,etc … tomar e confisca-las dos Bandidos! EU SOU DA PAZ, porém quero estar VIVA para usuflui-la! PORQUE O RESULTADO DO PLEBICITO NÃO FOI RESPEITADO?

  25. Pois, não Xico.
    Sinta-se convidado a visitar uma delegacia a hora que você quiser.
    Exatamente para denunciar o que você tem visto esse temo todo. Realmente é muita coisa.
    E nem precisa indicar leitura, não. E nem falar de sua vivência toda. Tem muito mais gente de 41 anos que nunca passou por nada disso que você fala. E devem estar preocupados, pois, deveriam passar por isso, senão estão lendo em jornal errado, certo?
    De toda foram, Xico, passe numa delegacia e delate o que vivencia.
    Com toda certeza você estará aqui, no dia seguinte escrevendo e não como herói de fancaria, correto?

  26. Alex, bandido ideal? Onde está isso em meus comentários? Só repito que cidadão destreinado, armado, é defunto. Simples. Interessante a sua interpretação de como penso, como sou e o que faço. Se fosse medroso, pensaria que a “stasi” estaria de volta.
    Mas, como não sou medroso, repito que cidadão armado é defunto. Ponto.
    Cidadão armado, num bar assaltado, pode acertar qualquer coisa, menos o meliante. Acredite nisso. Simples. Meliante não tem esposa para segurar o seu braço, ou gritar para que ele não faça nada, que tome cuidado, nem filhos para colocar debaixo da mesa, depois engatilhar a arma, levantar e atirar. Simples. Todo mundo sabe disso.
    Alex, não sei de que planeta você veio, mas, estaremos lascados de tanto carregar defuntos, chamados de bundões e de vacilões. Simples. E todos armados. Boa sorte.
    E sem essa de ter arma em casa.

  27. Iolita, não sei se seu comentário refere-se ao que comentei e externei o que acho de armamentismo. Porém, é isso o que penso: o Estado que tem de ser instado a dar segurança aos cidadãos. Se tivermos um monte de cidadãos armados resolvendo tudo a tiros, teremos milícias, certo? Ou seriam justiceiros? Não demora e esse empoderamento gerará novas necessidades e o inferno estará posto. Politicamente correto é achar que uma arma resolverá tudo. Os meliantes acham isso também.

  28. Tea Party, emocionante e bom o sentido de proteção de sua terra contra ideólogos loucos. A Suíça que faça o que bem entenda. Vários outros países invadidos na ocasião estavam armados até os dentes, dos cidadãos aos exércitos. Tanto que a antiga Ioguslávia, resistiu e expulsou os invasores, apenas recebendo armas, a mais, jogadas de aviões aliados. O resto quem fez foi o povo de lá. A batalha no Monte Neretva foi emblemática na II Guerra. Já outros, mesmo armados, foram simplesmente massacrados. Os poloneses, por exemplo, atacavam as divisões blindadas Panzer, com cavalaria e sabres e velhos fuzis que tinham. Os finlandeses derrotaram os russos no Lago Ladoga e com seus soldados esquiadores, seguraram a guerra por tempo maior do seria esperado. Nos EUA, há liberdade, parece que variada por estado, para poder portar uma arma ou de tê-la em casa. Há a poderosa Associação Nacional do Rifle da América. Mesmo assim, não impediram os massacres em escolas, por exemplo. Continuo mantendo minha opinião.

  29. Você acha que alguém invadiria uma reunião da National Rifle Association?
    Só se fosse suicida.
    E aí vai a noção de liberdade:
    Democracia: Dois lobos e um cordeiro decidindo o que jantar
    Liberdade: Um cordeiro bem armado contestando o resultado da votação.

  30. Dawran, há cidadãos armados e cidadãos armados. Meu ex-marido sempre teve armas, mas nunca foi do tipo de sair por aí botando banca. Tem gente que é assim. Seria uma questão de treinamento (amestramento) pra conceber armas só para casos de defesa?

  31. Tea Party, se chamo de ideólogos loucos, é um caso a ser considerado, sim.
    Por aqui, os meliantes, muitos até menores, trocam tiros até com a Polícia, infelizmente. E a Polícia tem todo um “ritual” para poder atirar de volta.
    O que digo e repito: sem essa de armas em casa, no carro, na mochila, na bíblia, na cintura, na gaveta do criado mudo.
    Se necessitar por questões de trabalho, ai seria legal, registrada, com reciclagem periódica, dar conta da origem e destino da arma etc. Por exemplo, se estiver revisando um texto ruim e sentir vontade de estourar a orelha do escritor…hehehehe…não pode. Brincadeira. Mas, não pode.
    Leticia, não pode ser mais, parece que foi legislado assim, apenas para defesa. Tem de haver razões mais profundas e previstas na legislação, com “amestramento” e tudo.
    Não é coisa de politicamente correto, em absoluto. É caso de pensar que um jagunço qualquer esteja com um trabuco andando pelas ruas e se ache no direito de mandar bala em quem ache ser merecido. Ai, não. Pode matar quem não tem nada a ver com a pendenga.
    E torno a repetir. Não precisamos de milicianos. O Estado tem de prover segurança. Ponto e simples.
    Por exemplo, a PF e a Força Nacional de Segurança, intervieram em Alagoas, parece, a pedidos do Governador Vilela. No Rio de Janeiro, idem.
    Em São Paulo, não.

  32. Dawran
    Quoting “E torno a repetir. Não precisamos de milicianos. O Estado tem de prover segurança. Ponto e simples.”
    Em que mundo você vive?
    Está provado que o estado não tem competência para prover segurança.
    Os índices de assassinato no Brasi u u u u são absurdos.
    Enquanto isso abaixo as orelhas e enfio o rabo no meio das pernas?
    E quem defende minha propriedade? Minha vida e minha família?
    Não quero nem saber o que manda a lei. Vale a lei do mais forte, ou mais bem armado.
    “Se uma lei é injusta, o homem não somente tem o direito de desobedecê-la, ele tem a obrigação de fazê-lo.” Thomas Jefferson

  33. Votei nele.
    Tá com peninha? Leva prá casa!

    Assunto: CASO CORONEL UBIRATAN – CARANDIRÚ SE FEZ JUSTIÇA!

    CASO CORONEL UBIRATAN – CARANDIRÚ
    SE FEZ JUSTIÇA!
    VOCÊ SABIA que para poder julgar alguém ou mesmo uma situação é necessário que se conheça a fundo as condições e o andamento do processo?
    VOCÊ SABIA que lá nos “autos do processo” tem o depoimento de um dos presos onde afirma que: “Nós preparamos uma emboscada para a Tropa de Choque”?
    VOCÊ SABIA que os jurados que julgaram o Coronel Ubiratan da primeira vez concluíram que ele agiu no “Estrito Cumprimento do Dever” e mesmo assim ele foi condenado?
    VOCÊ SABIA que se a Tropa de Choque não interviesse e os amotinados se matassem entre si, eles teriam que responder na justiça por não terem cumprido o seu dever?
    VOCÊ SABIA que nos “autos do processo” está a declaração de um perito que à época afirmou que:
    “Caso a Tropa de Choque não tivesse invadido o pavilhão 9, provavelmente a maioria dos presos ou em sua totalidade poderia morrer pelo fogo ou asfixiados” ?
    VOCÊ SABIA que naquele pavilhão 9 estavam quase 2200 (dois mil e duzentos) presos e que quando a Tropa de Choque estava chegando ao terceiro andar (andar onde ocorreu a confusão), já tinham mortos pelas escadarias, além de óleo e sangue para os policiais escorregarem?
    VOCÊ SABIA que o Coronel Ubiratan não deu um tiro sequer e muito menos ordenou à sua tropa que matassem alguém? Que o que aconteceu foi uma fatalidade?
    VOCÊ SABIA que o Coronel Ubiratan, ainda nas escadas abrindo caminho para os bombeiros, foi atingido pela explosão de um botijão de gás, motivo pelo qual foi imediatamente tirado dali e conduzido ao pronto-socorro?
    VOCÊ SABIA que na primeira barricada montada pelos presos na entrada do pavilhão já tinha um dos presos degolado pendurado de cabeça para baixo?
    VOCÊ SABIA que em mais barricadas os policiais se depararam com presos já totalmente mutilados pelos demais. As fotos estão nos autos!
    VOCÊ SABIA que os presos tinham armas de fogo, estiletes, barras de ferro, facas?
    VOCÊ SABIA que para fazer o filme do Carandiru, Hector Babenco não fez qualquer consulta ou mesmo contato com nenhum dos policiais e muito menos com o Cel Ubiratan?
    Que este filme que tanto mexeu com a opinião pública foi baseado somente no depoimento de presos?
    Que na verdade ali tinha mais ficção do que realidade?
    VOCÊ SABIA que as verdades que coloco aqui não são veiculadas pela grande mídia porque os interesses pela proteção dos criminosos no Brasil são muito maiores?
    Que a inversão de valores está tomando espaço cada vez mais do nosso dia-a-dia e na maioria das vezes não nos damos conta disso?
    Todas as informações aqui contidas fazem parte dos “autos do processo” do Coronel Ubiratan Guimarães, que por muitos anos foi acusado pelo que ficou conhecido como “Massacre do Carandiru”.
    São informações públicas e então no Tribunal de Justiça de São Paulo, à disposição de todos aqueles que tiverem dúvidas sobre o que ocorreu de verdade.
    E foi nestes autos que os 24 Desembargadores se basearam para inocentar o acusado.
    E a Justiça foi feita!

    O GRUPO GUARARAPES ESTÁ REPASSANDO ESTE DOCUMENTO POR ESTAREM MORRENDO POLICIAIS EM TODO O BRASIL.
    O POLICIAL É O DEFENSOR DA SOCIEDADE.
    O PRESO NO BRASIL GANHA POR FILHO MENOR MAIS DE 800,00 REAIS E O TRABALHADOR TEM O SÁLÁRIO MÍNIMO DE R$622,00 E TEM VÁRIOS DESCONTOS. ACREDITE NA VERDADE!

  34. Tea Party, a ideia não era ser furibundo. Tenho conhecimento do que você diz e defende. Porém, não concordo. Aliás, se permite uma piada sem graça, eu apoiaria se eu fosse dono de funerária, entende?

    A Polícia está sob pressão há tempos. Acho que sempre esteve. E tem épocas em que fica mais pressionada. Não vou nem falar de bons e maus profissionais, pois, isso é tautológico. Mas, de todo modo, a Polícia desarticulou: a gangue da marcha a ré, as explosões de caixas eletrônicos, roubo a bancos, saidinha de bancos, arrastões em bares e restaurantes, sequestros relâmpagos, agressões por gangues de carecas fascistas, roubos em joalherias de shopping, roubos de cargas e recepção, roubos de obras de arte, roubo de fios, etc. dentro de tantos outros crimes. E ainda socorre parturientes, agredidos e apazigua brigas em família…
    E ainda reduziu os indicadores de criminalidade por homicídios, que, agora, estão crescendo. Mas, não dou mais do que algumas semanas para que, dentro da lei, essa taxa seja reduzida. Sempre falei isso aqui.

    Tea Party, vivo na Terra, o planeta; num mundo, São Paulo; também tenho família; não faço parte daqueles que não são ou são ou seriam, menos perturbados por blitz, revistas, “congestas” etc.

    E para continuar a encher a paciência de quem é a favor do cidadão andar armado: cidadão armado, é defunto.
    Vou repetir isso à exaustão. Por que é no que acredito.

    O Estado tem de prover segurança.

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