A kassabização de Bruno Covas

O menino querendo entrar para o grupinho demonizado do PSDB…

Imagina: cobrar 25 reais anuais dos motoristas a gasolina pra incentivar o uso da bicicleta

Bom, pra fazer isso o governo Alckmin deveria cobrir o estado de ciclovias, o que não vai acontecer. Nem no estado, nem na capital.

Segundo, em sã consciência, quem vai se mover pra trocar de carro ou adaptar pra etanol por causa de 25 reais?

Esse rapazola deveria parar de fazer caca e tentar orientação num centro espírita. Vovô deve estar contrariadíssimo!

PS.: Alckmin rechaçou, Kassab achou ótimo e Haddad (o homem dos corredores de ônibus) finge correr de taxas como o diabo da cruz.

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10 opiniões sobre “A kassabização de Bruno Covas”

  1. Olha, infelizmente, competência e vocação política não são hereditárias.
    Bruno pisou na ‘cova’ do avô!

    A sociedade brasileira é a mais taxada do mundo. Chega de impostos.
    Se não me engano existe um imposto que incide sobre a gasolina consumida. Era para ser revertido em melhorias nas estradas federais. Alguma vez foi?
    Já tô garrando ódio das magrelas…

  2. Numa reunião recente de Serra entre partidários do PSDB, um dos filiados criticou muito a decisão do pré-candidato e filmou tudo. Estivesse Covas (o Mário) ao lado de Serra, teria dado uma bela bronca no militante de araque. Menos de meia hora depois o bate boca já estava em detalhes no blog do tocador de bandolim e demais “progressistas”. E o argumento da turma era exatamente os aplausos que o babaca a mando do pt teria recebido do Bruno Covas. É fácil identificar que esse rapaz tem mais tendência a malandragem petralha do que a virtudes de caráter do avô. Uma pena.

  3. Schu, coitadas das bicicletas… Mas que a medida, se acatada, é burra, ah, isso é! Fica maior como objeto de crítica do que os 25 reais… Além de tudo, não serve pra nada.

    Olha, Claudio, esse rapaz eu já não vou com a cara dele desde as últimas eleições, quando EMPORCALHOU a cidade com seus cavaletes. Não havia canteiro na cidade pisado e repisado por seus militantes. Os acontecimentos posteriores só vieram confirmar o que penso about.

  4. Bruno covas teve sua chance.
    Votei nele, mas nunca mais, já falou muita merda e daqui prá frente não será com meu voto. Babacão.

  5. Não votei, nunca. Não sei o que é desse rapaz, e o sobrenome, ó, pfff! Não me diz nada. Não acredito em espólio de nome, inclusive na minha família. Sei do que cada um pode fazer individualmente.

  6. Estava lendo uma matéria em que o jornalista lembrava de um tiroteio que houve no Senado, observando que os protagonistas, já falecidos, estavam representados na casa por seus filhos (Fernando Collor, Agripino Maia), também senadores da República.

    Herança política também se transmite a herdeiros, não só nas ditaduras, mas no Brasil ignorante e iletrado.

  7. Olha, isso que o deputado sugere, seria um subsídio cruzado ou algo assemelhado.
    Isso ocorre em benefícios como meia entrada, meia passagem ou passagem gratuita, para idosos, estudantes, pessoas com deficiência…
    Ou se um consumidor rejeita o serviço de embrulho para presente oferecido por uma loja, está, em realidade, financiando ou pagando o serviço para outro freguês.
    O subsídio cruzado, quando bem planejado, pode ajudar em muitas coisas.

    Já quando feito errado, só pode gerar cruzamento de críticas. Ou trombadas de veículos de características diferentes. Ou seja, pouco benefício e nada de subsídio. Acaba virando só uma taxa sem benefício algum. O deputado deveria fazer um esforço e não querer mostrar tais ideias, em tal momento e em tal motivo.
    Essa ideia é H2O: insípida, inodora e incolor.

  8. Xico, mas o menino começou a vida pública em 2004… O avô morreu em 2001, não dava tempo… Me parece que os miolos do rapaz pensam por si, o que é temeroso.

    Dawran, o que me chamou a atenção é que o grupo dele (como deputado estadual?) vem se reunindo há um tempão pensando nessa trozomba… com a nossa grana, é claro.

  9. Que pare logo de dar munição a zombarias num momento desses. Não pode errar tanto em propostas. Se quiser ser político, tem de ser dos bons, ou que procure outra coisa para distrair.

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