Casa de graça pra todo mundo!

Causando furores, tanto da esquerda espumante como da direita separatista, a notícia de que Maria Cecília Sampaio, diretora da Superintendência de Habitação Popular, em conversa com moradores de mais uma favela incendiada, afirmou que “pra morar em São Paulo tem de pagar”:

Para morar nesta cidade [de São Paulo], [para] ser cidadão nesta cidade, tem que trabalhar, tem que ter recurso, tem que ter condição de pagar. Quem não pode, infelizmente, tem que sair ou ir para cidades menores. (aqui)

Noffa! O mundo quase acabou! Luminares da esquerda acusando o governo de expulsar os pobres da cidade.  Outros tantos cuspindo ódio contra a “elite branca paulista”, blá-blá-blá…

O que você acha? Os governos têm de prover tudo pra todo mundo de graça?

Ou você acha que o “direito a moradia” expresso na Constituição deve ser interpretado com um pouco mais de sofisticação?

Se ficar definido que apenas o governo paulista deve prover casa para os brasileiros (nunca se sabe, vai que os direitos humanos…), em que ano você acha que finalmente toda a população brasileira miserável vai se enfiar na cidade de São Paulo?

Dê seu palpite!

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12 opiniões sobre “Casa de graça pra todo mundo!”

  1. Uai, “deffa” eu não “fabia”!!
    SENHORA, ISSO ACONTECE EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO!!!
    Menos, é claro, no mundinho cor-de-rosa dos ursinhos carinhosos.
    Tenha a santa paciência …!!

  2. O governo federal é quem tem as condições ideais para bancar moradia “de grátis” pro povo. E que seja na avenida São João ou nas proximidades, pois na periferia fica longe, né.

    Outra coisa, será que a Maria Cecília Sampaio vai sair candidata a vereadora? É uma ótima opção.

  3. Ôpa!!! Mas, vamos dar nome às coisas, ou mais ou menos.

    Têm estados e cidades por ai que, nem pagando, pobre não tem nada de nada. Por isso vêm para São Paulo, onde os paulistas e paulistanos pagam por tudo e inclusive para cuidar de migrantes.

    É só ver que na Berrini há várias habitações populares, convivendo com habitações de paulistas higienistas, da elite branca, não é verdade? Deve ter elite preta, cafuza, mameluca, lusco-fusco, mulata, sarará e o escambau, também em São Paulo, já que paulista só é elite. Parece que há preconceito contra branco. Que coisa.

    Paraisópolis está inserida no meio do Morumbi, certo? Por que será que os pobres de lá não querem sequer pensar em voltar para seus estados e cidades de origem? Só vão passear e voltam rapidinho…

    Encafofar lá onde a “elite branca mora”…hehehehe…deve ser muito ruim, não é? Depois vem um maluco qualquer desses, taca fogo, deixa panela com gororoba no fogão e vai tomar umas, o fogão explode, incendeia tudo e os paulistas ainda levam a fama. Os bravos bombeiros chegam em cima da hora e salvam o que podem. Os bombeiros são pagos por paulistas. A Sabesp leva água tratada para lá, também paga por paulistas.

    Aliás, o pretenso autor dessa frase, elite branca, era da elite branca e virou um ícone dos politicamente corretos que achavam São Paulo higienista, elitista e templo dos ricos e abonados e brancos elitistas. Os mesmos politicamente corretos que entravam disfarçados atrás de vidros fumê para comprar na Daslu.

  4. Pobre Maria Cecília. Antevejo para breve a demissão da secretária.

    Políticos mentem para ganhar eleição, mentimos para conquistar um emprego e há os que mentem para chamar atenção, como a falsa grávida de Taubaté.

    Mentir é prometer entregar o contrário do que se pode ou se quer para enganar o(s) interlocutor (s). Assim, a sinceridade é base da conversa (os que sentam em uma mesa de pocker estão ali para jogar conforme as regras do jogo de pocker, e não conforme às da não amarelinha). A mentira nega a comunicação (no ato comunicativo, ela é perlocutória) .

    Enfim, sinceridade e política são elementos em perene conflito.

    De acordo com Houaiss

    Perlocutório [no caso, a bela mentira do “free lunch” para enganar, e que NÃO foi enunciada pela secretária]
    Rubrica: lingüística.
    que exerce um efeito sobre o ouvinte (para amedrontar, persuadir etc.), dependendo, por isto, fundamentalmente, da situação da enunciação (diz-se de ato lingüístico); perlocucional, perlocucionário

  5. Lets, em Sampa não cabe mais ninguém. O último pau-de-arara já deixou o Cariri faz algum tempo.

    A ninguenzada off shore está descobrindo que o Brasil tem 8.500 mil km2!
    Metrópoles, antes repulsivas pelo clima inóspito, já não lhes causa medo.
    A miserabilidade está pulverizada pelos quatro cantos de Macunaíma’s Land.
    É a socialização dos deserdados, dos desterrados. O nivelamento por baixo é a meta.
    Ascensão é para os anjos!

  6. Cabe sim.
    Pode ser que comecem a eliminar os brancos da elite…hehehehe…
    Já não botaram foto trabalhada com engravatados indo pro cariri de pau de arara?

    Brincadeiras de fora. Se organizar dá, sim. E com poucos enguiços.

  7. Se os “brancos da elite” forem eliminados, quem dará os empregos?
    Se algum dia houver uma “revolta dos nórdicos”, o Brasil pára. Hahahahahahaha!

  8. Essa foi boa Luiz Schuwinski…hehehehe…
    “Revolta dos nórdicos…”
    Vou começar a aprender a jogar polo e a escorregar aquelas panelas em campo de gelo!!!
    …hehehehe…

  9. Pois é, cara! Daqui a pouco quem tiver olhos azuis ou verdes vai ter que andar de óculos escuros pra não ser estigmatizado, pô!
    Como não há Pasárgada, vou-me embora pra Hiperbórea.

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