Enquanto isso, no cabeleireiro…

A fofoca que corre é que José Serra e Andrea Matarazzo foram vistos juntos num shopping em Buenos Aires.

Contaram pra Sonia Racy.

Daí pra achar que sai uma chapa puro-sangue é avançar demais. A gente não deve confundir desejo com suposição, némêsss?

Só sei que esse furdunço todo na eleição paulistana está divertidíssimo.

É claro que a eleição em São Paulo sempre interessou mais, mesmo pra quem não tem nada que ver com ela.

Mas as arrumações e vaivéns políticos (a meu ver, estudados) deste ano estão dando catiripapos fantásticos em jornalistas, blogueiros e partidos.

Que continuem com a fofoca, os ohhhh!, os uiii! e as indignações.

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18 opiniões sobre “Enquanto isso, no cabeleireiro…”

  1. Caudiquê? Daquela vez que ele saiu pra concorrer à Presidência? Tremenda bobagem! Paulistano nenhum ligou pra isso, a não ser por interesses externos de criar um fato e tentar favorecer candidatinhos próprios…

    Só estou me lembrando do tempo em que pegar prefeitura era retrocesso para um governador, um presidente… Este ano, parece que passaram a enxergar isso. É o terceiro maior PIB do país, e é o primeiro municipal.

    Obviamente, não posso dizer quem ganha e quem perde. Como disse, desejo é uma coisa, e suposição é outra.

    São Paulo é muito misturada, não é como no tempo dos “paulistas” de Saint-Hilaire.

    Continuo crendo que há aí uma arquitetura bem estudada. Se todos, na opinião pública, analisam tudo com as armas que têm, imagina os nomes de quem lida com isso diretamente.

    Quanto ao partido nacional, pfui. É bem diversificado e não tem nada que ver com a cidade.

  2. Tem um monte de cara que renuncia a tudo pra disputar tudo neste país. Qual é a diferença entre largar um mandato de deputado, senador ou prefeito? Nenhuma. Repito, inventaram uma ofensa que não existiu. O paulista e o paulistano apoiaram sua decisão, tanto é que foi eleito governador, ueras…

    O PT pegou no pé dele por não ter mais nada a atacar. Serra é um marasmo, um prato vazio para a oposição, dai o PT partir para delírios editoriais.

    Só sei que o Brasil, de maneira geral, está com os olhos esbugalhados nas eleições paulistanas. De vez em quando acho que isso beira a doença.

  3. Em eleições há duas coisas completamente distintas, que parecem mostrar duas realidades que os colunistas políticos palpiteiros e interessados querem juntar no mesmo saco.

    O que dizem as pesquisas de opinião hoje não guardam necessariamente uma relação de causa e efeito com o resultado das eleições de outubro. Os dois “candidatos” que têm em SP, ao mesmo tempo, os melhores índices de preferência e os maiores de rejeição são José Serra e Marta Suplicy. E ambos não são candidatos. E alguém já viu análise de algum colunista ou analista explicando este paradoxo?

    Dois elementos até agora indisponíveis são determinantes para uma análise minimamente razoável:

    1. Se o PSD vai ou não conseguir tempo no horário político.
    2. O horário político e a consequente campanha.

    O que de fato existe no momento, e sem a mínima influência no resultado das urnas, são especulações baseadas no “diz que diz” [ou, se preferirem, o tal “segundo fontes”]. Para mim, isso vale o mesmo que estripar uma galinha para decifrar o que futuro reserva.

    Adivinhação pela visão das entranhas dos animais mortos? “Isso non ecxiste. Pura charlatanice”, como diz Pe Quevedo.

  4. Para ficar mais de acordo com o clima de fofoca, o título do post podia ser ‘Enquanto isso, no cabeleleiro’. Também acho que a renúncia do Serra não vai tirar votos. Isso (renunciar para concorrer a outros cargos) se faz desde os tempos em que o Brasil era uma democracia. Jânio fez isso mais de uma vez e chegou à presidência.

    Vamos com Serra e Andrea. Em 2014, com Serra e Aécio. Ou com Aécio e Serra. Ou com Aécio e (Geraldo?).

  5. A diferença é que em SP as pessoas pensam.

    Ele renunciou à prefeitura com 1 ano e 4 meses de mandato. Será que não fará de novo para ser candidato à presidência ou ao governo do estado?

    O PSDB estava encaminhando um bom candidato, o Andréa Matarazzo e mais que isso, estava descolando de Kassab e seu PSD. Daí vem o Serra querendo ser candidato e atrapalha tudo, faz exatamente o jogo que o PT queria que ele fizesse, que é o de rachar os tucanos para levar o embate para um segundo turno com um candidato deles, que vão lançar pelo PT, pelo PSD e pelo PMDB.

    Se o Serra quer continuar se candidatando a presidente é uma coisa, imagem nacional ele já tem. Se quiser ser candidato ao governo, idem. Mas ser candidato à prefeitura apenas para ficar em exposição na mídia, que é o que ele quer, é temerário e ofende os interesses do partido dele em manter-se forte em SP capital e estado, único jeito de fazer oposição ao Lulismo atualmente.

    Se o PSDB perder a cidade de SP para o PT, e se depois perder o estado de SP, daí, acabou a oposição e a petralhada fará do país o que bem entender… só Serra, cujo campo de visão de uns tempos para cá não ultrapassa o umbigo, não vê isso!

  6. Né, Paulo? A gente lê tanta coisa por aí, parece que cada parágrafo é uma batida de martelo. Ainda estamos em fevereiro, pô!

    Refer, o Jânio, em sua ascenção, nunca completou um mandato. (E, veja bem, isso eu não lembro, me contaram…) Pergunta: alguém, na época, ligou?

  7. Sim. Um nome, somente unzinho, de quem previu a tunda de Kassab na Marta Suplicy nas últimas eleições para prefeitura. Quem previu que Kassab ganharia da Marta no primeiro turno e lavaria o segundo com 60% dos votos?

    Daí o desconforto de Marta para subir no palanque com Kassab. Se ela cobrou uma fatura [de fato, recebeu menos do que pediu] para cair fora, o que cobrará para subir neste palanque? A disputa pelo governo de SP em 2014, por exemplo. Mas e aí, como fica o Mercadante, que pegou o Ministério da Educação para catapultá-lo para o mesmo alvo estratégico de Marta?

    O que existe hoje são cenários que vão sendo montados ao gosto dos variados fregueses. Objetivamente, nada de minimamente razoável há para ser dito a repeito das eleições em SP.

    Minha aposta [puro chute], dado o cenário PT/PSD X PSDB/DEM, é nem um nem outro. É Chalita, com apoio escancarado do Geraaaaaaaldo e sua turma no segundo turno.

    E nesta hipótese, o que fazer? Tampar o nariz e votar contra o PT? Anular o voto? Eu tendo pela anulação, no caso da hipótese materializar-se em fato consumado. O que, aliás, já fiz sem nenhum arrependimento no famigerado segundo turno de 1989: Color X Lula. Mas isso é decisão de cada um e de acordo com a consciência. O que é certo para mim não é necessariamente algo certo em si mesmo.

    Com os elementos da equação que disponho [últimas eleições em SP, capital e estado, + a lenta e gradual decadência do petismo em SP, que Lula e boa parte do petismo acreditam poder reverter com a equação Haddad + Kassab], digo que é pouco provável que o PT ganhe a prefeitura. Pode mudar. Claro que pode. Mas, neste momento, excetuando a fé que remove montanhas de fatos, no que apoiar a assertiva de que Haddad governará SP a partir das eleições de outubro?

    O que existe no momento é somente especuleichon, chon, chon…

  8. Caso Serra aceite a candidatura, ganha.

    Todas as maquinações petistas são engendradas debaixo de uma imensa cobertura envidraçada.
    A simples menção de jogar um pedregulho no adversário, nesta altura do campeonato, é de uma temeridade à toda prova.

    Quiseram desconstruir a imagem de Serra como fizeram anteriormente com Fernando Henrique. Mas, não conseguiram. Serra é mais articulado e já deve ter aprendido a lição com os erros cometidos durante o primeiro mandato de Lulla, quando a oposição permaneceu catatônica num mutismo até hoje incompreensível, apesar de ter munição mais do que suficiente para liquidar com os oponentes.

    A eleição à prefeitura de São Paulo é a ante-sala da corrida presidencial.
    Os paulistanos tem a chance de erradicar de vez o petismo de sua cidade.

  9. Concordo com o comentário do Luiz, logo acima. Tudo o que se diz do Serra é obra do PT, através das páginas com seus jornalistas patrocinados pelo petismo. Eu mesmo já escrevi várias vezes ao Ministério do Desenvolvimento, solicitandpo explicações sobre o patrocínio do ministério à páginas como “Vi o Mundo”, “Luiz Nassif” e “Conversa Afiada”, por ex. Quer dizer, o ministério usa nossa grana para fazer campanha contra os adversários do petismo. Mas os paulistas/paulistanos apoiaram sim a saída de Serra para disputar o governo do estado na época. Tanto é que ele levou aquela eleição no primeiro turno, e de lavada. E levará de novo, no primeiro turno.

  10. Paulo, toc-toc-toc!!! Nem sei se Chalita cola tanto. Ele faz o orgasmo do professorado, mas não sei como chega no povão.

    Kassab veio com o apoio de Serra, e depois se moveu por conta própria (Cidade Limpa, lembra?). Alguém disse aqui que ele fez, sim, um bom governo, e fez mesmo.

    Claudio e Luiz, fico comparando duas coisas que vocês mencionaram. Se é verdade que SP é a antessala do planalto (com uma década de atraso, é verdade), esperemos. Acho que a oposição recuou durante o amor intenso a Lula, e talvez tenha sido estratégico. Veja que o PT fez o contrário: espancou Serra (o “nosso Lula”) e a estratégia simplesmete não deu certo.

    Vão fazer isso de novo. O fígado falando, mais uma vez, mais alto que o cérebro.

  11. Olha, já que o papo está muito interessante. E se o furdunço todo ser porque o prefeito paulistano teria convidado o ex-presidente de 2003/2010 para ser vice de um candidato do PSD para a Prefeitura da São Paulo? E o furdunço estaria maior ainda pois o ex-presidente não teria gostado de ser vice de quem o prefeito paulistano quer que seja cabeça de chapa?
    Que tal?

  12. psdb e assim mesmo.
    usa o banheiro, nao sabe o que faz primeiro, se da a descarga ou usa o papel.
    pensa, fica indeciso, acaba saindo sem fazer nem uma coisa nem outra.

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