Notícias cafonas

Vendo por aí a notícia de “um casal de gays” agredido por taxistas no Aeroporto do Galeão.

Eles foram abordados por taxistas clandestinos e recusaram o serviço, daí a agressão.

Afinal das contas, qual é o foco da notícia?

Não creio ser estranho um casal de gays desembarcar num aeroporto e querer ou não tomar um táxi.

Estranho é um aeroporto do porte do Tom Jobim permitir a presença e o assédio a passageiros por parte de taxistas piratas.

O serviço de táxi no Rio de Janeiro sempre foi punk. Tomar táxi na rua, então, nem pensar! Isso por lá já foi sinônimo de instinto suicida. Melhorou, mas precisa melhorar bem mais.

Como assim, taxista pirata em aeroporto? Quem deixa? Quem se beneficia disso?

Como será na Copa? Como é hoje, com os visitantes que desembarcam na cidade mais turística do país?

Ao focar na “agressão a gays”, o jornalismo “BBBiza” e minimiza a bandalha dos taxistas.

Isso é burrice, jequice nacional ou o jornalismo geral também entrou nessa de edulcorar a cidade da noite pro dia?

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4 opiniões sobre “Notícias cafonas”

  1. Realmente essa notícia, numa primeira leitura, não noticia nada. Como a cidade vai cuidar da segurança dos visitantes? Isso parece ter pouca importância, exceto se os visitantes forem do foco politicamente correto atual.

  2. É. Deve ter havido alguma troca de palavras, e tal, mas a agressão a gays não é o fato. O fato é taxistas clandestinos, e AVANÇANDO pra cima de passageiro.

  3. Desde que o Rio foi “cabralizado”, a cidade vem sendo ‘fotoshopada’ ininterruptamente.
    Toda a podridão está em processo de caiação externa. Literalmente pra inglês ver!

    O Brasil tem que passar por um grande mico internacional pra criar vergonha na cara!
    Senão a coisa se eterniza.

  4. Desde muito antes, Schu. Cabral é só a cereja do bolo. Triste para a cidade, que é linda e muito interessante. A droga é a baixa cultura que se instalou ali: como qualquer taxista, querem te enganar o tempo inteiro: personalidades, jornalistas, governantes. Morrem uns cem e te dizem: “ah, mas a praia, o Cristo Redendor, o malemolejo não sei das quantas…”. Discurso chato.

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