Caía bem uma aparadinha

Gente, que é essa mulher?

Bem, nem precisava montar o que se chama “estratégia de defesa” atirando pra tudo quanto é lado (coisa que não concordo partindo de um adê: acho que tudo tem limite, acho feio, tem diferença entre fazer ver um lado da coisa e levar o réu para o panteão dos santinhos).

Você tem várias maneiras de defender seu conhecimento, suas convicções. Uma explanação educada, quem sabe? Sairia bem na fita.

Não exatamente dizendo a uma JUÍZA pra ir estudar.

Essa mulé aí, velho conhecido o tipo: faz a destemperada, pode tudo em nome da muierzice. Pois pegue toda a revolta vermelho-sangue e acondicione graciosamente no fiofó. Tá nervosa? Vá rachar a cabeça na parede, se mate.

Se todo mundo tem de ter compostura, porque logo a samotrácica aí seria exceção?

E… ai uma tesoura!

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25 opiniões sobre “Caía bem uma aparadinha”

  1. Leticia, os julgamentos com tanta comoção como o do assassino da garota Eloá, Nardelli, e outros , viram um espetáculo de circo.Não sei se julgamentos com juri popular, com advogados, promotores, imprensa, familiares, curiosos, todos querendo aparecer, dar palpites e ter seus minutos de glória, propicia que realmente seja feita JUSTIÇA.

  2. Ela segue o look “despenteado” de certas protagonistas de novelas”. Pentear-se é tão … pequeno burguês!!! Para alguns aluninhos da PUC, tomar banho e fazer a barba decentemente, também. Credo!!

  3. “Essa daí” disse que uma testemunha de acusação (Nayara) era muito chorona, falsa. Disse também que a imprensa, “mais especificamente a imprensa marrom”, atrapalha tudo, que a juíza isso e aquilo…. queimou o filme.

  4. Iolita, é do ritual, mas acho um tanto medieval. De qualquer modo, acho jornalista de porta de cadeia menos fofoqueiro que os que cobrem o vai-não-vai de Serra na candidatura à Prefeitura. Acabo de dar um rolê pelo caso e… que qué isso??? Cada um garante uma coisa, meus Deus? Muita gente pra fofocar em volta e a coisa vira manchete, que coisa…

    Maria Edi, sabe o look despenteado que você vê que está certinho? Uma mousse, uma coisinha molhada, uma cara de banho tomado? Isso aí é uma ode ao subproduto dos anos 80, vixe!

    Cleiton, pois como, se essa é a imprensa marrom em pessoa?

  5. Conseguiu a fama que queria. Logo mais ela aparece dando entrevista a algum programa de tv e se firma como advogada-maluquinha-corajosa, que dá dura em juiz em pleno julgamento.

  6. Por mais que os juízes sejam ruins, por mais que trabalhem pouco, por mais que precisem mesmo estudar, isso não justifica o destempero desta senhora, cujo efeito é só piorar a já péssima imagem da classe dos advogados.

    Devia sofrer processo disciplinar e perder o registro.

    Porque julgamento não é vale-tudo nem BBB.

    No momento em que ela desqualificou a juíza, além de violar regras processuais claras e atentar contra a ética, ela prestou um desserviço à sociedade, no sentido de desqualificar o processo criminal como um todo. A sensação de impunidade que já vivemos, recebeu um adendo, agora, além da maioria dos meliantes não serem presos nem julgados, a sensação é de que todos os julgamentos são praticados por incompetentes e por consequência, são eivados de vício.

    Enfim, a cada tacada desse tipo BBB, mirabolante, midiática e aversa às regras, vamos caminhando em direção à anarquia pura e simples…

  7. não é só a tesoura não. falta uma tintura de cor mais normal, uma consultoriazinha (pode ser da própria atendente de loja) sobre moda e como não se vestir…

    e também, por que não dizer, um semblante mais normal, de quem está fazendo um trabalho digno como qualquer outro, e não aquele misto de fastio e superioridade (mal) contida de quem veio para “mudar tudo o que está aí”.

  8. A gadelhuda pegou uma causa perdida. Arrancará os cabelos depois que levar uns 7×0 no lombo! Além do mais, desacato à ‘Your honor’…Hummmm!

  9. É, Claudio, mas vai ficar na portice-de-cadeia, né? Você veja quantos nomes acabaram aparecendo (e bem) em “espetáculos” anteriores. Promotores, advogados que não precisaram recorrer à laje para mostrar o que sabem. Mas nem na Sonia Abraão essa mulher vai parar, é muito bagaceira…

    Né, Fábio? Sou “meiga” nos assuntos jurídicos, mas, se fosse pra perder o registro já não estaria suspensa a nêga?

    Foralula, a tintura Pindorama eu até mantinha ali, na última hora. Mas uma penteadinha e um CORTE acima dos ombros dava uma resolvida temporária. Assim como está me sinto em Bani-Walid em todo seu esplendor. Mas tem cara de que quer mudar tudo o que aí está, ah, tem!

    Schu, no direito até as causas perdidas têm lá sua dignidade. Ela sabe, estudou. Não precisava dessa laje toda.

  10. Ela é bem diferente, inclusive no biotipo. Nariz grande, cabelos encaracolados, fora do padrão. Dificilmente, alguém, em sã consciência, aceitaria advogar em uma causa perdida desta e para alguém de parcos recursos. Me parece uma advogada vestida com roupas simples (demais até para um Plenário do Júri), mas que possui uma língua afinada além do necessário. Com certeza, a Dona Polêmica conseguiu o que queria, projeção nacional, do tipo, bem ou mal, mas falem de mim!
    Enfim, alguém tinha que fazer o papel de defesa…Aff!

  11. Adriana, não me parece que ela esteja fora do padrão fisicamente. Creio que deva ter origem árabe, o que há de monte por aí.

    Não é o físico, é o visagismo. Nem pediria para seguir um padrão, porque padrão, né, é chapinha/luzes… É, como você disse, a língua. Muuuuuito comprida.

  12. Como é de origem árabe, não se surpreendam se ela der aqueles gritinhos feitos com estalidos da língua tão comuns entre as mulheres muçulmanas! HeHe!

  13. Ademais, a defesa tenta, parece, colocar que a polícia teria provocado os tiros do acusado contra as vítimas, por ter planejado mal a operação. Muito começa a fazer sentido. A polícia e não o acusado, é que teria culpa. Onde já se viu polícia cercar local onde há pessoas mantidas sob a mira de revólver? Isso cansa, não é? Até o padrão da melhor defesa possível, senão, seria barbárie, vá lá. Só que, tentar jogar sobre a polícia nesse caso, falhas e culpas, exageram. Num programa de TV, o apresentador falou e demonstrou com desleixo e um especialista complementou. Alguém teria dito no Tribunal que a polícia teria utilizado um copo para tentar ouvir o que ocorria no cômodo onde o acusado mantinha os adolescentes como reféns. O apresentador falou que copo, usado daquela maneira e demonstrou no ar, seria brincadeira de criança e uma vergonha etc. O especialista foi na mesma linha, dizendo que a polícia não teria equipamentos de escuta ambiental etc. etc. É o tal negócio. Por que aproveitar o julgamento de um assassino frio, para atacar a polícia? O coitadinho só atirou porque a policia teria arrombado a porta depois de mais de 100 horas de negociações. Impressionante.

  14. Quando não há defesa possível, parte-se para acusar terceiros, no caso, a imprensa e a polícia.

    Ninguém levanta por exemplo o custo de uma operação policial que mobiliza trocentas viaturas e tropas de elite, para dar conta dos atos tresloucados de um indivíduo munido de uma arma. O contribuinte que se dane se o indivíduo quer reaver a namorada nem que seja no berro de um .42…

    Esse tipo de advogado é comum e infelizmente, a OAB não coíbe suas atitudes impensadas…

  15. Eu também acho que rolou um exagero, Fábio. Não da polícia, veja bem. No Brasil, instituições visadas como a polícia evoluem mais ou menos pelo que demanda a opinião pública.

    Todas as polícias ficaram traumatizadas com o caso do ônibus 174 (Central do Brasil-Gávea, acho phyno dar o trajeto) e desde então a pauta é preservar a vida de todo mundo, inclusive dos trastes.

    Eu já não acho. Devia é ter estourado os poucos miolos do rapaz logo na janelinha do apê. Ia acertar e não teríamos isso tudo.

    Masssss… o caso entraria para os arquivos escandalosos dos movimentos sociais-partidários-ideológicos-oprimidos-pela-polícia-autoritária, não?

    Difícil…

  16. …”por uma Guarulhos mais socialista…”!

    Sei…Deixa essa ‘turca’ uma hora comigo e ela vai passar a ver o mundo com outros olhos!

  17. Acho que a questão a ser discutida, novamente, como foi no caso Nardoni, é a espetacularização de julgamentos do Tribunal do Júri. Sinceramente não entendo o por quê desta mobilização nacional em volta do caso. Em todos os meses pares do ano, são realizados sessões do Tribunal do Júri, muitas delas com crimes tanto ou até mais escabrosos do que o caso Lindemberg e não vejo a imprensa interessada em narrar o passo a passo do julgamento.
    De fato, a advogada de defesa é um tanto quanto truculenta no modo de falar e agir, mas faz o seu trabalho: defender o réu com as armas e a estratégia que lhe resta, principalmente num crime de réu confesso e televisionado a exaustão.
    Faz parte do trabalho dela como advogada analisar possíveis falhas, brechas e desenvolver sua linha de defesa. Ela está lá para tirar o foco da acusação mesmo!
    Foi despreparada ao retrucar a juíza? Sim, foi, mas mais despreparada se mostrou a douta magistrada ao indeferir um pedido sob o argumento de que “o princípio que a senhora evocou não existe ou não tem esse nome”. Tanto que, após a intervenção da promotoria para acalmar os ânimos, a douta magistrada voltou atrás e deferiu o pedido da advogada para que fizesse mais perguntas ao perito.
    Talvez o estilo da causídica em questão não agrade às multidões, principalmente numa época em que tudo ou quase tudo tem a obrigação de virar um reality show televisivo e há necessidade de dividir indivíduos em duas categorias: os do bem e os do mal. Quem está em julgamento, quem cometeu o homicídio, a tentativa de homicídio e cárcere privado foi Lindemberg. A advogada em questão não está em julgamento. Ela apenas está cumprindo seu papel profissional. Para os que se sentem incomodados com sua atuação é simples: se precisar de um advogado criminal, não a contrate!
    Hoje, Assad foi, inclusive, elogiada por assistentes de acusação e pela própria promotoria, sinal de que seu trabalho não é assim tão desastroso.
    A moça é esquisita, brega e falta-lhe educação, mas cumpre, corretamente, seu papel, nada fácil, de advogada de defesa.

  18. Sim, Marcelo (falou um de meus assessores jurídicos mais brilhantes). Como disse, ela não poderia ter deixado passar a rateada da juíza, mas há maneiras e maneiras de falar. Ou restabeleça-se a ordem, ou locupletemo-nos todos.

    Sobre a imprensa, até entendo: foi um caso que tomou proporções pela evolução e pela duração. O que não entendo são os mecanismos de se estabelecer um juri ou não. Não imagino a legimitidade jurídica de julgamento do we, the people, ainda mais num caso previamente sabido e psicologicamente decidido.

  19. Interessante que os relativistas criticam tanto os EUA, ou USA. Chamam de estadunidenses o gentio, para tirar os EUA da América, os brincalhões. Mas, imitam os processos dos EUA. Devem assistir a todos os filmes sobre tribunais dos USA.
    Olha, essa coisa de criticar os tribunais do juri, pode até ter sua razão de ser. Porém, seria mais uma instituição, ou ritual de uma instituição a ser desacreditado. Já há muita coisa desacreditada no País de uns tempos a esta parte. Seria melhor tomar cuidados.

  20. Em homenagem à advogada, VAMOS AO TWIST!

    Aqui, a original ‘Despeinada’, com o grande Palito Ortega

    Aqui, a versão do Demetrius, ‘Despenteada’

    (Palito Ortega hoje é governador de província na Argentina, pode vir a ser o futuro presidente; foi um superstar nos anos 60 e 70, em toda America Latina, com exceção do Brasil)

  21. Minha TV CONTINUA desligada, felizmente. 🙂

    Fiquei sabendo da ‘Despeinada’ por meio do Flanela e de uma notícia no UOL em que ela dizia que a juíza devia voltar a estudar.

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