Uma muxquinha às segundas

Hoje, se vocês me permitem, eu passo o som.

Hoje a música é a imagem.

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18 opiniões sobre “Uma muxquinha às segundas”

  1. Maria Edi, eu e meus queridíssimos amigos. Eu de claro, Raquelucha de escuro, Ricardo “plantando bananeira”. Era um teto de espelho lá na Pinacoteca, em dezembro.

  2. Se me permite, Letícia, a música fica por minha conta.
    (the impossible handsome) Scott Walker em dois pontos elevadíssimos e inspirados:
    Aqui, a risqué ‘Jackie’, de J. Brel.

    Aqui, a sublime ‘Montague Terrace (in Blue)’

    Espero que gostem.

  3. Refer, obrigada! Não tem me sido possível escolher muita coisa ultimamente, então aproveitarei: fico com a linda Montague Terrace, e as imagens lindas também.

    Bjocas,

  4. Né, Akira? A gente não resistiu, deitamos no chão. Tinha um monte de gente fazendo o mesmo.

    Iolita, o Refer deu aquela mão num dia especialmente chato.

    Paulo, aí já estou gorda de novo. Meses antes eu estava enxuta, centrifugada e dessecada. Curiosamente, engordei caminhando.

  5. Bacana a foto. A Pinacoteca é um dos lugares que mais gosto de visitar. Sem contar que foi ali que vi a exposição de um dos artistas que mais me impressionou: Oscar Pereira da Silva.

  6. Ah, os nossos artistas, Claudio… Por questões técnico-econômicas-jurídico-jequísticas, não temos acesso a reproduções dos nossos. São inviáveis de fazer, até porque todo mundo se acostumou a enfiar Van Goghs em suas salinhas de jantar Tok Stok. E assim o círculo ruim se fecha.

    Fomos à Pinacoteca ver Eliseu Visconti, filho dileto do MBA do Rio. Sabe quando tinha sido a última mostra solo dele em SP? No começo do século XX (silêncio…).

    E agora, nas comemorações da Semana de 22, Tarsila se despencou para o CCBB do Rio. Menos mal.

    E eu no aguardo para, quem sabe um dia, ver Georgina e Lucílio de Albuquerque em São Paulo.

  7. As cenas de ‘Montague Terrace’ são, suponho, autênticas de San Francisco, pós-terremoto, em 1906. Vc está… gorda? Uhnm…
    (Monsueto: ‘Quero Essa Mulher Assim Mesmo’!)

  8. Poéticas as imagens. Acho tão bacana as cidades assumindo sua história…

    Gorda, sim, Refer. Gordura localizada, abancada e sem sinal de reintegração de posse. Não é porque Adèle (os finos falam “Adél”) inventou um padrão de felicidade que liberou geral pras banhas, né?

  9. “Adél” é uma boa referência pra qualquer moçoila que se preze. Se você está dentro destes parâmetros, Lets, take it easy! Há que se manter uma certa “gostosura” para que os feromônios sejam melhor disseminados, digital e fisicamente falando.
    Boa foto!

  10. É, mas sem exageros, Schu. Note que vai virando moda essa coisa de assumir as gorduras. “Adéééllll” está normal, mas o problema é o lastro que isso dá. As engolidoras contumazes de comida vão achar que é com elas e depois render cenas fantásticas de bombeiros no Datena.

    Não dá pra ficar no peso recomendado pelos médicos? Não é mais simples?

  11. Seria. Mas, dos “Sete Pecados”, a gula é o mais difícil de conter! Mexe com alimentação, cutuca instinto básico à sobrevivência…Daí, mizifia, o bom-senso vai pro espaço!

  12. Pera lá, Schu. Gordura hoje é mais oferta de comida e vida tediosa do que qualquer coisa. Instinto de sobrevivência eu matava um urso se preciso fosse pra dar de comer a José, por exemplo.

    Mas hoje?

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