Estratégia equivocada e nota infeliz

Informações editadas da Folha:

O Palácio dos Bandeirantes passou a monitorar manifestações organizadas nas redes sociais para evitar que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) seja alvo de protestos em agendas públicas.

Nos últimos seis dias, Alckmin não foi a dois eventos em que sua participação estava prevista: a missa na catedral da Sé pelo aniversário de São Paulo, no dia 25 de janeiro; e no dia 28, quando o governador deixou de ir à inauguração da nova sede do Museu de Arte Contemporânea (MAC).

Em nota, a assessoria de imprensa do governo negou que Alckmin tenha faltado à inauguração do MAC. […]

“A hipótese [de que Alckmin está evitando protestos] é um desrespeito à história do governador e uma tentativa de travestir grupelhos truculentos de movimentos democráticos”, finaliza a nota da assessoria do governo.

Erro na estratégia, já que o governador está de fato fugindo, demonstrando recuo. Se não é dado a confrontos físicos, que se cerque de seguranças fofos no trato maloqueiro, o que não tem nada demais.

E erro na redação da resposta: o que são “grupelhos truculentos de movimentos democráticos”? Os movimentos são democráticos?

E por que usar o termo “grupelhos”? Falasse de grupos, que se travestem de movimentos sociais mas que não passam de oportunistas de partidos adversários.

Bobagem dupla.

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11 comentários em “Estratégia equivocada e nota infeliz”

  1. Cada dia que passa mais saudades sinto do Mario Covas agora sei que o Andrea Matarazzo é seu herdeiro entrei “di veiz” na campanha.
    Se eu fosse chefe demitiria que redigiu essa nota na hora, em política certos erros são imperdoáveis.

  2. Afinal, quem deve parar de provocar e ameaçar são os manifestantes truculentos. Todas as demais manifestações são até acompanhadas pela polícia que não intervém. Só deixam o trânsito pior e enervam pessoas que têm compromissos. Mas, na Democracia é assim. O Governador tem de sair e chegar onde deva ir, sem medo. Protegido, mas, sem medo. Não trata-se de andar a pé, entrar, sair e chamar para briga, mas, não pode deixar de ir. Se for provocado deve enfrentar sim.

    Já a nota, ao que parece, quis dizer que “querem travestir de democráticos, grupelhos que são truculentos”. Uma redação sem razão de ser. Não importa quem esteja nas ruas. Tem mais é de sair.

  3. Tudo o que a canalha quer é ter motivo para chamar o governador de covarde. Covas se revira no túmulo, com certeza. Jamais seria tão decepcionante.

  4. Sem querer defender o picolé de Xuxu, a realidade é que essa turminha está querendo um martir. Querem confronto para depois denunciar truculência do governo e da polícia, mas só em SP. Onde o PT et caterva são aliados a polícia pode atirar e cegar que não é barbárie.
    Vão catar coquinho.
    Sou Andrea

  5. Se estão procurando um cadáver, não vão tê-lo. Então, que parem de besteira e vão para casa comer sanduíche de queijo prato, no pão de forma e tomar yougourt batido!!!
    Assistir novela com a avó, ajudar a mamãe a picar tomate para o molho de macarrão, ajudar o irmão menor na lição de casa. Enfim, coisas úteis.
    Deixem os problemas do mundo para quem tem a responsabilidade de protegê-los quando saem à rua.

  6. Como sempre digo, o PT não é um partido. É uma seita de fanáticos.
    A ‘guarda-vermelha’ não passa de um aglomerado de washed brains. São kamikazes a serviço de uma ideologia falida comandada por aprendizes de ditadores.

    Vendem a própria mãe pra criar um factóide eleitoral que beneficie seus líderes.
    Vai ser difícil não aceitar provocações. Mas entrar no jogo deles é pior.

  7. Falando em fanáticos ideológicos…

    Dilma, em Cuba, a respeito dos Direitos Humanos, comete a mesma burrada que Lulla já havia cometido. Isto é: ameniza os crimes de Fidel contra dissidentes, dizendo que nós também temos telhado-de-vidro!

    Como bem diz Reinaldo Azevedo: “para Dilma, um regime que mata 424 é composto de bandidos, mas um que mata 100.000 é um celeiro de heróis”.

    O que se passa em Cuba no presente é o que Dilma queria para o Brasil há cinquenta anos e ainda não mudou de idéia.

  8. Só falta dizer porque colocou o Brasil no meio dessa coisa de DH e telhado de vidro. Será que vai demitir e extinguir o órgão burocratizado que cuida de DH no Brasil e mandar a ministra para resolver Guantánamo? Novidade seria ela reforçar em Cuba o que prometeu de não transigir em DH. Assim, foi só mais do mesmo.

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