Há malas que vão pra Belém

Duas vantagens com a tristeza da tragédia no Rio:

1) a Globonews se viu desobrigada de continuar falando das fofurices natalícias da cidade de São Paulo;

2) o Hemocentro do Rio pegou a oportunidade a laço: com menos de dez feridos, conseguiu armar uma grande campanha de doação de sangue. Livrar-se-á da rotina de penúria nos próximos três meses. Faz bem, faz bem.

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5 opiniões sobre “Há malas que vão pra Belém”

  1. Pelo tamanho dos prédios e movimento das ruas, poderia ter sido uma tragédia maior em termos de vítimas. Ainda bem que não foi assim.

  2. Estou morrendo de pena.

    Mas há tragédias que transformam. Tomara que a partir disso os próprios cidadãos deeem uma bela aterrorizada nas reformas estratosféricas. Os sobreviventes fizeram como todos nós fazemos: viram as coisas caindo e não desconfiaram. Tem de ir dar uma espiada, sim, e denunciar ao órgão competente, se for o caso.

  3. Eu não entendo como uma construção pode ruir daquela maneira! Parece que foi implodida.Nas imagens dos noticiários parecia que se estava em país do oriente médio,e não na nossa cidade maravilhosa.Parece que infelizmente a Bruxa está solta no Rio de Janeiro,ou será incompetência dos governantes?

  4. Ah, Iolita, cada vez mais claro que a reformitcha no nono andar meteu a marreta onde não devia.

    Quem sabe a partir de agora a gente não bola um sistema de controle de reformas. Como, eu não sei. Quem é pago pra pensar são os caras das prefeituras (São Paulo inclusa), não eu.

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